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sábado, 2 de novembro de 2013
DICA DE UM GRANDE LÍDER
Alguns ensinamentos de Akio Morita, cofundador da Sony, cujo sucesso empresarial foi baseado na tecnologia avançada e no prestígio da sua marca.
1) Acredite em si mesmo
Não deixe que as pessoas acabem com suas expectativas de como você deve agir. Akio rompeu com a tradição familiar para iniciar o seu negócio, sua família era uma das mais antigas e aristocrática produtora de saquê, e o resultado é uma das mais conhecidas marcas na história.
2) Comece pequeno
O investimento inicial para criar a Sony foi de 350 dólares. Sua sede: um edifício semidestruido pelos bombardeios da III Guerra Mundial. Morita recomenda: não se detenha pela falta de dinheiro ou aos presságios nefastos ao negócio: encontre sempre uma saída.
3) Escolha um bom nome
O nome original da Sony: Tokyo Tsushin Kogyo Kabushiki Kaisha (Tokyo Telecomunications Engineering Corporation). Demasiado longo para o ideário americano de quem pretendia inserir seus produtos no mercado. Rebatizou a empresa com uma combinação de sonus (som, em latim) e Sonny (um apelido usual nos EUA), Mais sonoro, mais claro e mais curto. Uma marca memorável, em diversas ocasiões, faz toda diferença.
4) Confie no seu instinto
"Observe atentamente o modo como as pessoas vivem, obtenha um senso intuitivo do que elas podem e querem ter," Um exemplo: Morita recusou-se a mudar o nome do Walkman para Soundabout, uma marca ainda reconhecível. Nem sempre a razão parte dos experts.
5) Não tenha medo de cometer erros...
... mas não cometa o mesmo erro duas vezes. Quanto mais erros cometer, mais sábio será e, assim, acumulará mais experiências para romper novas fronteiras.
6) Produza com qualidade
"A publicidade e promoção não sustentam um produto ruim ou inadequado".
7) Seja diferente
Apesar do fim da II Guerra Mundial ser recente, quando abriu a primeira loja da Sony nos Estados Unidos, a entrada da loja foi decorada com uma bandeira japonesa. O resultado? Comentários, expectativas e muitos jornalistas. A originalidade e os riscos produzem publicidade gratuita. Muitos não sabem, mas Akio foi um grande estrategista de Marketing.
8) Crie seu mercado
O triunfo acontece especialmente em nichos onde não há concorrência estabelecida. Morita criou produtos para mercados inexistentes e que foi a chave para o sucesso: crie uma necessidade e satisfaça. Certa vez ele disse: a curiosidade é a chave para a criatividade.
sábado, 12 de outubro de 2013
10 GRANDES VERDADES SOBRE A REMUNERAÇÃO DE VENDEDORES
Existem algumas grandes verdades
em relação à remuneração de vendedores pouco comentadas em Vendas, coisas que
influenciam fortemente as atividades, as atitudes e os resultados da equipe
comercial e que, por isso mesmo, merecem atenção, foco e inteligência por parte
dos líderes de vendas.
01)
A Lei
da Remuneração em Vendas: “Vendedores fazem exatamente o que são pagos para
fazer”.
Não adianta nada treinar uma
equipe para dar menos desconto, põe exemplo, se a remuneração não tiver
atrelada diretamente a dar menos descontos. Se o vendedor não dá desconto e a
remuneração dele ser muito pouca, pode ter certeza de que os vendedores darão
descontos para fechar a venda.
Também não adianta cobrar dos
vendedores que prospectem mais clientes, que façam vendas adicionais, que
trabalhem o mix de produtos ou serviços, etc., se isso não tiver diretamente
ligado à sua remuneração.
02)
Um
bom programa de remuneração deixa muito claro tanto os objetivos do plano
quanto seu funcionamento.
Se os objetivos do plano de
remuneração não estiverem claros, você está basicamente terceirizando decisões
estratégicas para os vendedores.
O que acontece com a
lucratividade de uma empresa quando começamos a aumentar o faturamento usando o
desconto como ferramenta para conseguir maiores volumes. A lucratividade cresce
até um ponto... E então despenca e passa rapidamente para o negativo.
Quando vamos estabelecer um plano
de remuneração, é fundamental ter bem claro o que queremos:
- Queremos aumentar o
faturamento? Queremos aumentar a lucratividade?
- Queremos um maior percentual de
vendas vindo de nossos clientes?
- Queremos que nossa base atual
de clientes compre mais de nós?
- Queremos que nossos vendedores
trabalhem de maneira isolada ou em grupo?
- Queremos que os vendedores
passem mais ou menos tempo com clientes?
A lista poderia continuar, mas já
dá para ter uma ideia clara de como isso é importante. Lembrando sempre da Lei
número 1: os vendedores vão fazer o que forem pagos para fazer, então é fundamental
você ter muito claro o objetivo do seu plano de remuneração.
03) Um bom plano de remuneração melhora 3 indicadores fundamentais:
- O atendimento a clientes;
- A produtividade dos vendedores;
- A lucratividade da empresa.
Um plano medíocre só contempla
dois desses indicadores. Um plano ruim só um indicador. Um plano péssimo
consegue estragar ao mesmo tempo os três indicadores.
04) Um bom plano de remuneração deve necessariamente:
- Fazer os vendedores mais fracos
melhorarem seus resultados ou saírem da empresa;
- Fazer os vendedores médios
dedicarem-se a melhorar e passar para o 1° time;
- Fazer os campeões se motivarem
a continuar produzindo resultados excepcionais.
05) Um bom plano de remuneração vai naturalmente criar reclamações por
parte dos piores vendedores, já que seu objetivo é que eles se mexam: para cima
ou para fora.
Como toda equipe de vendas tem
geralmente uma divisão de 10ª 15% de campeões, 20 a 30% de médios, e de 60 a 70%
do resto, naturalmente a maioria (em termos de qualidade) vai estar pressionada
e com grande tendência de chiar.
Solução certa nestes casos: que
eles se desenvolvam, vendam mais e passem a ganhar melhor.
Em muitas empresas a chiadeira de
vendedores médios e fracos fez com que as lideranças também fracas ficassem
complacentes com a mediocridade, remunerando, reconhecendo e até premiando
resultados e atividades que, no fundo, quando analisadas objetivamente, estão
longe de serem espetaculares.
06) Um bom plano de remuneração necessariamente remunera MUITO BEM
todos os vendedores que superarem suas metas. E sem teto nem limite.
Teto e limite não são para
campeões de venda – é sinal de um plano mal concebido.
07) Um bom plano de remuneração passa necessariamente pela comunicação
aberta, franca e honesta com a equipe.
Cansamos de ver esquemas de
remuneração que são decididos por um pequeno grupo de pessoas que não vende e
que depois apresenta “surpresa” para a equipe de vendas. O que a equipe
comercial menos precisa é de surpresas criadas e reuniões a portas fechadas. O
sucesso de um bom plano de remuneração começa com a COMUNICAÇÃO.
Isto é tão fundamental que, de
acordo com Thomas Steenburgh e Michael Ahearne, especialistas na área que publicaram
um estudo sobre o assunto na Harvard Busines Review, de julho/Agosto de 2012, a
montagem e a comunicação correta de um plano de remuneração são MAIS
IMPORTANTES do que os VALORES que os vendedores têm a receber.
08) Um bom plano de remuneração incentiva os vendedores a realizarem
atividades sobre as quais eles têm controle e domínio.
Um erro comum que vemos, por
exemplo, é remunerar vendedores por resultados sobre os quais eles tiveram
pouca ou nenhuma influência. Isso não pode acontecer – os incentivos devem estar
100% relacionados à performance e ao comportamento sob controle do vendedor.
09) Um bom plano de remuneração precisa ter flexibilidade e ser revisto
anualmente.
Isso já deve ficar claro desde o
momento em que alguém passa a trabalhar na área comercial de qualquer empresa.
Presos entre a falta de planejamento e a legislação trabalhista arcaica, inúmeras
empresas são hoje reféns do seu sistema de remuneração (e inclusive até
abertamente chantageadas em relação a isso, como alguns casos que temos
acompanhado de quem trabalha com representantes comerciais).
A remuneração da equipe comercial
precisa necessariamente estar atrelada ao Planejamento Estratégico Anual.
Quando muda o planejamento, acompanhando a mudança de mercado, a remuneração
dos vendedores precisa necessariamente refletir isso.
10) Um bom plano de remuneração passa obrigatoriamente pela
participação ativa de gerentes e supervisores.
Cansamos de ver empresas onde os
vendedores reclamam com os gerentes sobre seu esquema de remuneração e os
gerentes, ao invés de representarem a empresa na frente da equipe, tendo muitas
vezes a conversa dura que é necessária ter (“Por que você não melhora seus
resultados e canaliza a energia da reclamação de maneira mais produtiva?”)
fazem exatamente o contrário, passando a validar seus vendedores na reclamação,
muitas vezes cedendo à pressão dos piores vendedores que não batem a meta.
Uma última grande dica, que às
vezes é esquecida: remuneração variável significa que ela VARIA, e isso pode
ser tanto para cima quanto para baixo. Óbvio, não? Pois é... Mas não para a
maioria dos vendedores, que quer que ela varie apenas para cima. Sinto informar
que isso não existe. Vamos ter épocas de vacas gordas e épocas de vacas magras.
O vendedor inteligente entende isso e usa a seu favor, pois sabe que, na média,
mesmo com altos e baixos, seu ganho é maior do que se recebesse apenas fixo. Já
o vendedor ruim se empepina quando seus rendimentos diminuem, porque ele/ela
começa a gastar como se fosse receber eternamente um salário fixo alto,
esquecendo que ele é VARIÁVEL.
domingo, 6 de outubro de 2013
Incêndio em Fábrica de envase de Arla.
Conforme informações, a Fábrica pertence a Peak e envasa Arla para Ipiranga
A indústria química Winner Chemical pegou fogo no fim da manhã desta
terça-feira, dia 01/10/13. A fábrica fica nas proximidades do Aeroporto Sant’Ana, em Ponta
Grossa, e a fumaça podia ser vista de longe. Um dos funcionários teve
ferimentos leves no incêndio. Equipes do Corpo de Bombeiros continuam no local.
domingo, 8 de setembro de 2013
PLANEJE PARA ONDE VAI
O vendedor que trabalha em campo deve ser rigoroso no planejamento do itinerário. O planejamento é um ato de previsão, de estimativa e não um rígido mecanismo de condicionamento. Planejando o itinerário, o vendedor assegura um mínimo de ordem e disciplina no seu trabalho e economiza energia e tempo. Observe o quanto você gasta com combustível e passagens. É bastante, não ? Quem paga esta conta:: você ? Sua Empresa ? Seu cliente ? Alguém assumirá este custo, e não ficará feliz em vê-lo perdido, sem qualquer tipo de retorno, Além disso a desculpa de que os clientes abortam qualquer tentativa de ordenação de itinerário é falsa, e é melhor alocá-la no folclore de vendas. É certo que o itinerário pode ser modificado, por razões de força maior, portanto aceitáveis. Mas daí o ponto de não existir um programa de atendimento, vai uma distância enorme, na qual se perdem os indisciplinados.
O PODER DO CONTRASTE
Um estudo feito por um fabricante de mesas de bilhar, nos Estados Unidos, indicou que quando os vendedores mostravam para os clientes primeiro as mesas mais baratas, a compra média era de U$ 550. Quando começavam pelas mais caras, que custavam U$ 3.000, a compra média era de U$ 1.000! Isso se chama "Poder do Contraste". É mais fácil dar um preço mais alto e abaixá-lo (ou mostrar um produto mais caro e depois um outro mais acessível) do que o contrário.
O PODER DO MARKETING PESSOAL
Em uma rua muito movimentada, no centro de Nova York, colocaram uma pessoa mal vestida para atravessar a rua a pé, quando o sinal dos pedestres estava vermelho. Depois colocavam a mesma pessoa fazendo a mesma coisa, só que de terno e gravata. O número de pessoas que atravessava o sinal vermelho junto com a pessoa de terno aumentava em 350% em relação a pessoa mal vestida. Um estudo parecido foi feito com carros. Funcionava assim: ao abrir o sinal, o carro ficava parado. Quando era um carro popular e barato, 84% das pessoas buzinavam imediatamente. Quando era um carro mais caro, importado, somente 50% das pessoas buzinavam e depois de ter esperado um pouco. Os indícios são claros e indiscutíveis. As pessoas valorizam o visual e é importante que o colaborador e a colaboradora estejam sempre impecavelmente bem apresentados. Profissionais de Vendas mais ainda!
domingo, 25 de agosto de 2013
PRIMEIRO DIA DE AULA
Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Qual é o seu nome?
- Chamo-me Nelson, Senhor.
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - vamos começar .
- Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor .
- Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta:
"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - responderam todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais!
Vá buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.
Aprenda: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.
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