Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

sábado, 12 de outubro de 2013

10 GRANDES VERDADES SOBRE A REMUNERAÇÃO DE VENDEDORES


Existem algumas grandes verdades em relação à remuneração de vendedores pouco comentadas em Vendas, coisas que influenciam fortemente as atividades, as atitudes e os resultados da equipe comercial e que, por isso mesmo, merecem atenção, foco e inteligência por parte dos líderes de vendas.

   01)   A Lei da Remuneração em Vendas: “Vendedores fazem exatamente o que são pagos para fazer”.

Não adianta nada treinar uma equipe para dar menos desconto, põe exemplo, se a remuneração não tiver atrelada diretamente a dar menos descontos. Se o vendedor não dá desconto e a remuneração dele ser muito pouca, pode ter certeza de que os vendedores darão descontos para fechar a venda.
Também não adianta cobrar dos vendedores que prospectem mais clientes, que façam vendas adicionais, que trabalhem o mix de produtos ou serviços, etc., se isso não tiver diretamente ligado à sua remuneração.

    02)   Um bom programa de remuneração deixa muito claro tanto os objetivos do plano quanto seu funcionamento.

Se os objetivos do plano de remuneração não estiverem claros, você está basicamente terceirizando decisões estratégicas para os vendedores.
O que acontece com a lucratividade de uma empresa quando começamos a aumentar o faturamento usando o desconto como ferramenta para conseguir maiores volumes. A lucratividade cresce até um ponto... E então despenca e passa rapidamente para o negativo.
Quando vamos estabelecer um plano de remuneração, é fundamental ter bem claro o que queremos:
- Queremos aumentar o faturamento? Queremos aumentar a lucratividade?
- Queremos um maior percentual de vendas vindo de nossos clientes?
- Queremos que nossa base atual de clientes compre mais de nós?
- Queremos que nossos vendedores trabalhem de maneira isolada ou em grupo?
- Queremos que os vendedores passem mais ou menos tempo com clientes?
A lista poderia continuar, mas já dá para ter uma ideia clara de como isso é importante. Lembrando sempre da Lei número 1: os vendedores vão fazer o que forem pagos para fazer, então é fundamental você ter muito claro o objetivo do seu plano de remuneração.

03) Um bom plano de remuneração melhora 3 indicadores fundamentais:

- O atendimento a clientes;
- A produtividade dos vendedores;
- A lucratividade da empresa.
Um plano medíocre só contempla dois desses indicadores. Um plano ruim só um indicador. Um plano péssimo consegue estragar ao mesmo tempo os três indicadores.

04) Um bom plano de remuneração deve necessariamente:

- Fazer os vendedores mais fracos melhorarem seus resultados ou saírem da empresa;
- Fazer os vendedores médios dedicarem-se a melhorar e passar para o 1° time;
- Fazer os campeões se motivarem a continuar produzindo resultados excepcionais.

05) Um bom plano de remuneração vai naturalmente criar reclamações por parte dos piores vendedores, já que seu objetivo é que eles se mexam: para cima ou para fora.

Como toda equipe de vendas tem geralmente uma divisão de 10ª 15% de campeões, 20 a 30% de médios, e de 60 a 70% do resto, naturalmente a maioria (em termos de qualidade) vai estar pressionada e com grande tendência de chiar.
Solução certa nestes casos: que eles se desenvolvam, vendam mais e passem a ganhar melhor.
Em muitas empresas a chiadeira de vendedores médios e fracos fez com que as lideranças também fracas ficassem complacentes com a mediocridade, remunerando, reconhecendo e até premiando resultados e atividades que, no fundo, quando analisadas objetivamente, estão longe de serem espetaculares.

06) Um bom plano de remuneração necessariamente remunera MUITO BEM todos os vendedores que superarem suas metas. E sem teto nem limite.

Teto e limite não são para campeões de venda – é sinal de um plano mal concebido.

07) Um bom plano de remuneração passa necessariamente pela comunicação aberta, franca e honesta com a equipe.

Cansamos de ver esquemas de remuneração que são decididos por um pequeno grupo de pessoas que não vende e que depois apresenta “surpresa” para a equipe de vendas. O que a equipe comercial menos precisa é de surpresas criadas e reuniões a portas fechadas. O sucesso de um bom plano de remuneração começa com a COMUNICAÇÃO.
Isto é tão fundamental que, de acordo com Thomas Steenburgh e Michael Ahearne, especialistas na área que publicaram um estudo sobre o assunto na Harvard Busines Review, de julho/Agosto de 2012, a montagem e a comunicação correta de um plano de remuneração são MAIS IMPORTANTES do que os VALORES que os vendedores têm a receber.

08) Um bom plano de remuneração incentiva os vendedores a realizarem atividades sobre as quais eles têm controle e domínio.

Um erro comum que vemos, por exemplo, é remunerar vendedores por resultados sobre os quais eles tiveram pouca ou nenhuma influência. Isso não pode acontecer – os incentivos devem estar 100% relacionados à performance e ao comportamento sob controle do vendedor.

09) Um bom plano de remuneração precisa ter flexibilidade e ser revisto anualmente.

Isso já deve ficar claro desde o momento em que alguém passa a trabalhar na área comercial de qualquer empresa. Presos entre a falta de planejamento e a legislação trabalhista arcaica, inúmeras empresas são hoje reféns do seu sistema de remuneração (e inclusive até abertamente chantageadas em relação a isso, como alguns casos que temos acompanhado de quem trabalha com representantes comerciais).
A remuneração da equipe comercial precisa necessariamente estar atrelada ao Planejamento Estratégico Anual. Quando muda o planejamento, acompanhando a mudança de mercado, a remuneração dos vendedores precisa necessariamente refletir isso.

10) Um bom plano de remuneração passa obrigatoriamente pela participação ativa de gerentes e supervisores.

Cansamos de ver empresas onde os vendedores reclamam com os gerentes sobre seu esquema de remuneração e os gerentes, ao invés de representarem a empresa na frente da equipe, tendo muitas vezes a conversa dura que é necessária ter (“Por que você não melhora seus resultados e canaliza a energia da reclamação de maneira mais produtiva?”) fazem exatamente o contrário, passando a validar seus vendedores na reclamação, muitas vezes cedendo à pressão dos piores vendedores que não batem a meta.

Uma última grande dica, que às vezes é esquecida: remuneração variável significa que ela VARIA, e isso pode ser tanto para cima quanto para baixo. Óbvio, não? Pois é... Mas não para a maioria dos vendedores, que quer que ela varie apenas para cima. Sinto informar que isso não existe. Vamos ter épocas de vacas gordas e épocas de vacas magras. O vendedor inteligente entende isso e usa a seu favor, pois sabe que, na média, mesmo com altos e baixos, seu ganho é maior do que se recebesse apenas fixo. Já o vendedor ruim se empepina quando seus rendimentos diminuem, porque ele/ela começa a gastar como se fosse receber eternamente um salário fixo alto, esquecendo que ele é VARIÁVEL. 

domingo, 6 de outubro de 2013

Incêndio em Fábrica de envase de Arla.


Conforme informações, a Fábrica pertence a Peak e envasa Arla para Ipiranga




A indústria química Winner Chemical pegou fogo no fim da manhã desta terça-feira, dia 01/10/13. A fábrica fica nas proximidades do Aeroporto Sant’Ana, em Ponta Grossa, e a fumaça podia ser vista de longe. Um dos funcionários teve ferimentos leves no incêndio. Equipes do Corpo de Bombeiros continuam no local.

domingo, 8 de setembro de 2013

PLANEJE PARA ONDE VAI

O vendedor que trabalha em campo deve ser rigoroso no planejamento do itinerário. O planejamento é um ato de previsão, de estimativa e não um rígido mecanismo de condicionamento. Planejando o itinerário, o vendedor assegura um mínimo de ordem e disciplina no seu trabalho e economiza energia e tempo. Observe o quanto você gasta com combustível e passagens. É bastante, não ? Quem paga esta conta:: você ? Sua Empresa ? Seu cliente ? Alguém assumirá este custo, e não ficará feliz em vê-lo perdido, sem qualquer tipo de retorno, Além disso a desculpa de que os clientes abortam qualquer tentativa de ordenação de itinerário é falsa, e é melhor alocá-la no folclore de vendas. É certo que o itinerário pode ser modificado, por razões de força maior, portanto aceitáveis. Mas daí o ponto de não existir um programa de atendimento, vai uma distância enorme, na qual se perdem os indisciplinados.

O PODER DO CONTRASTE

Um estudo feito por um fabricante de mesas de bilhar, nos Estados Unidos, indicou que quando os vendedores mostravam para os clientes primeiro as mesas mais baratas, a compra média era de U$ 550. Quando começavam pelas mais caras, que custavam U$ 3.000, a compra média era de U$ 1.000! Isso se chama "Poder do Contraste". É mais fácil dar um preço mais alto e abaixá-lo (ou mostrar um produto mais caro e depois um outro mais acessível) do que o contrário.

O PODER DO MARKETING PESSOAL

Em uma rua muito movimentada, no centro de Nova York, colocaram uma pessoa mal vestida para atravessar a rua a pé, quando o sinal dos pedestres estava vermelho. Depois colocavam a mesma pessoa fazendo a mesma coisa, só que de terno e gravata. O número de pessoas que atravessava o sinal vermelho junto com a pessoa de terno aumentava em 350% em relação a pessoa mal vestida. Um estudo parecido foi feito com carros. Funcionava assim: ao abrir o sinal, o carro ficava parado. Quando era um carro popular e barato, 84% das pessoas buzinavam imediatamente. Quando era um carro mais caro, importado, somente 50% das pessoas buzinavam e depois de ter esperado um pouco. Os indícios são claros e indiscutíveis. As pessoas valorizam o visual e é importante que o colaborador e a colaboradora estejam sempre impecavelmente bem apresentados. Profissionais de Vendas mais ainda!

domingo, 25 de agosto de 2013

PRIMEIRO DIA DE AULA


Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Qual é o seu nome?
- Chamo-me Nelson, Senhor.
- Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.
Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - vamos começar .
- Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta:
- Para que haja uma ordem em nossa sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça - falou timidamente uma garota.
- Até que enfim! É isso, para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira.
Porém, seguíamos respondendo:
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor .
- Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta:
"Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não! - responderam todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!
- E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais! 

Vá buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.

Aprenda: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.

DEFINIÇÃO DE FILHO POR JOSÉ SARAMAGO

"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo! Ser Pai ou Mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se?
Foi apenas um empréstimo"