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sábado, 26 de janeiro de 2013

MENSAGEM DE VIDA


Mensagem de vida

 

Madre Teresa de Calcutá, que foi Prêmio Nobel da Paz, entre tantos exemplos, deixou também escritos de grande valor.

Escreveu ela: Você sabe qual é o dia mais belo? Hoje.

Tinha razão. Nada se iguala ao dia que se está vivendo. O ontem é passado. Já nos trouxe a experiência e o amanhã ainda não é realidade.

E a coisa mais fácil? Equivocar-se. Com certeza. Quantas vezes, no mesmo dia, cometemos erros? Por pressa, damos informações incorretas. Por descuido, fazemos uma anotação indevida. E assim por diante.

Qual é o presente mais belo? O perdão.

Sim, o perdão é sempre extraordinário para quem o recebe e que, normalmente, aguarda ansioso por isso, desejando de alguma forma se redimir da falta praticada.

É suficiente que lembremos como ficamos preocupados quando ferimos um amigo e aguardamos a chance de nos ver de novo ao lado dele, para, de alguma forma, compensar o que fizemos de errado.

Quais as pessoas mais necessárias? Os pais.

São eles que nos transmitem a vida, nos formam o corpo, nos alimentam, nos educam. São eles que nos protegem nos primeiros anos, quando somos tão frágeis, incapazes de viver e caminhar por nós mesmos.

São eles que nos seguem, anos afora, sempre amigos, atentos, cuidadosos.

E os maiores professores? As crianças. Sem dúvida, as crianças, pela sua forma descontraída de agir, nos dão muitos exemplos da melhor maneira de nos portarmos na vida.

As crianças são simples. Expressam com facilidade seu carinho. Lutam pelo que desejam. Não têm vergonha de chorar.

O melhor remédio? O otimismo. Quem leva a vida com otimismo, jamais se entrega ao desalento. Consegue sempre forças renovadas para lutar e vencer.

A expressão mais eficaz? O sorriso. O sorriso conquista simpatias. Quando nos encontramos em lugares estranhos, entre desconhecidos, quando todos parecem um pouco assustados, o sorriso de alguém traz reconforto.

E pode ser o início de um diálogo, logo adiante.

A força mais potente do Universo? A fé. Não foi por outro motivo que Jesus, falando a respeito da fé, disse que se a tivéssemos do tamanho de um grão de mostarda, conseguiríamos mover montanhas.

Lembremos que o grão de mostarda é uma das menores sementes. É minúscula.

Finalmente, a coisa mais bela? O amor.

O amor coloca cores na paisagem, alimenta e dá forças. Por amor, uma criatura se entrega a outra criatura e se torna cocriadora com Deus.

Por amor, um Espírito Excelso veio à Terra, cantou e viveu o amor, deixando, ao partir, o mais belo poema de amor que a Terra já conheceu: o Evangelho.

*   *   *

Comece o seu dia agradecendo a Deus, pela bênção da vida.

Se você tem alguma mágoa da véspera, faça como o sol: esqueça a sombra e brilhe outra vez.

Use o sorriso com abundância e descobrirá como ele lhe trará precioso rendimento de colaboração e felicidade.

Lembre que a fórmula da felicidade recomenda ter para com tudo e para com todos a disposição de cooperar para o bem.

 

sábado, 19 de janeiro de 2013

CONQUISTE SUA FELICIDADE


“SER FELIZ NÃO SIGNIFICA ESTAR TODO O TEMPO ALEGRE E SORRIDENTE. SIGNIFICA DESCOBRIR E INVESTIR NO SEU PROPÓSITO DE VIDA”.

 

Alguém quer ser infeliz? Não, não quer. Mas o que realmente traz felicidade?

A nova onda, agora, é trabalhar e criar Empresas felizes, Empresas que valorizem seus colaboradores, que sejam éticas, social e ecologicamente corretas, que saibam atrair e reter os talentos.

O melhor dos mundos é estar feliz consigo mesmo e com o seu trabalho. Ter encontrado algo que realmente se goste de fazer e, assim, ser muito mais produtivo. Mas o conceito de felicidade tem sido banalizado. É comparado ao sentimento do prazer, de posse e status. Essas são felicidades que não se mantém ao longo do tempo.

A Revista Superinteressante publicou, o resultado de estudos dos mais variados especialistas sobre felicidade e comportamento humano, e eu gostaria de destacar, abaixo, alguns pontos práticos que podem nos ajudar a encontrar e praticar a famosa felicidade, e, assim, auxiliar este mundo a ficar um pouquinho melhor. Vamos a eles:

Prazer: Como é bom comer algo gostoso, fazer amor com quem se ama, comprar aquele sonho de consumo. Uma boa conversa ou simples presentes. O prazer nos traz a sensação de felicidade, só que ele não é pleno e duradouro, mas, nem por isso, deixa de ser essencial para a vida de qualquer pessoa. O prazer é um dos componentes que nos deixam felizes. É a forma mais fácil de buscar felicidade, só que não se sustenta como propósito de vida.

Engajamento: É o grau de comprometimento que temos com nós mesmos. Comprometa-se com sua vida, seus sonhos, seus valores e suas metas. O engajamento nos traz um grau maior de felicidade, pois induz ao auto-respeito e á auto-realização. Nada de deixar a vida te levar, ou conduzir sua carreira aos trancos e barrancos, movida ao acaso. Nada acontece por acaso. Participe ativamente de sua vida.

Significado: Aí sim, a felicidade plena. Ser feliz não significa estar todo tempo alegre e sorridente. Significa descobrir e investir no seu propósito de vida. É perguntar não só o “porque”, mas também o “para que”. Quando descobrimos nosso verdadeiro propósito de vida, temos uma noção mais clara do que, de como e de quando fizer, isso vem com a maturidade, e também tem a ver com o aspecto religioso, mas é sempre bom começar, desde cedo, a tentar encontrar um sentido para a sua vida. Sendo assim, os cientistas concluíram que algumas coisas nos deixam bem mais felizes do que outras. Vejamos, primeiramente, o que eles consideram uma ilusão de felicidade.

Dinheiro: É bom, mas não é tudo. É uma questão polêmica! Cada um tem suas considerações.

Casamento: Nada de dedicar toda a sua vida ao ente amado e esquecer todo o resto.

Futuro: Só a Deus pertence. Não fique esperando sempre um amanhã melhor. Viva o presente!

 

Bens materiais: O excesso vira compulsão, doença. Viver para comprar não é viver.

Status: A vida te altos e baixos, e a sua pode não ser dirigida em função de um cargo ou título.

Beleza: O que é beleza ? Se fosse assim, todo feio seria triste, o que não é verdade. Aliás, o que é feio?

Agora, segundo esses mesmos cientistas, o que realmente os torna felizes:

Desafios: Uma forma de crescer e superar nossos limites.

Exercícios: Quem diria hem! Nosso corpo adora! Trate de correr para a academia.

Altruísmo: Ajudar o próximo e praticar o bem. Seja feliz fazendo os outros felizes.

Importância: Ser aceito e útil no meio em que se vive.

Ter companhia: Espírito de equipe traz felicidade, e nada de tentar fazer tudo sozinho. O homem é altamente sociável, e precisamos dos outros para viver.

A questão é você conseguir ter, em sua vida, mais momentos felizes do que infelizes, pois ninguém está feliz o tempo todo. A felicidade, na verdade, é conquistada diariamente, e não existem fórmulas mágicas. Felicidade não é um fim, mas consequência. E uma boa maneira de ser feliz é, justamente, não ficar procurando a felicidade em todos os cantos.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

5 QUALIDADES DE CHEFES INESQUECÍVEIS


Chefes inesquecíveis não são bons no papel. Os chefes inesquecíveis são baseados em suas ações.

Resultado é tudo, mas não os resultados que você pode estar imaginando.

Consistentemente faça essas cinco coisas e todas as demais se seguirão. Você e seu negócio se beneficiarão muito.

Isso é muito importante, assim como seus colaboradores.

1) Desenvolver cada colaborador – é claro que você pode colocar seus objetivos próprios em primeiro lugar. Mas se fizer isso, colocará a carroça da liderança à frente dos bois. Sem grandes colaboradores, nenhuma quantidade de foco em metas e objetivos será suficiente. Colaboradores só conseguem conquistar o que são capazes, então é seu trabalho ajudar os colaboradores a serem mais hábeis para que eles, e seu negócio, conquistem mais coisas. É seu trabalho prover treinamento, orientação e oportunidades que seus colaboradores precisam e merecem. Quando você faz isso, você transforma o processo relativamente chato de rever resultados e acompanhar a produtividade em algo com muito mais significado para seus colaboradores: Progresso, desenvolvimento e conquistas pessoais;

2) Lidar com os problemas imediatamente – nada mata mais rápido a moral de uma equipe do que problemas que não são resolvidos. Disputas interpessoais, problemas de desempenho, rixas entre departamentos ou qualquer outro impacto negativo na motivação e entusiasmo da equipe. Além disso, eles criam distração uma vez que problemas pequenos nunca são resolvidos. Lembre-se que pequenos problemas crescem rápido e se tornam grandes problemas. Outro fator importante é que se você ignora um problema, seu colaborador deixa de te respeitar imediatamente e, sem respeito, você não pode liderar.

3) Resgatar seu pior colaborador – Com frequência temos pelo menos um colaborador que caiu em desgraça por falhar ao completar um tarefa, perdeu a calma durante uma reunião ou simplesmente por não poder ser mantido na equipe. Com o tempo este colaborador passou a ser visto por seus pares, e por você, como um elo fraco da corrente. Antes de removê-lo da equipe, coloque esforço máximo em tentar resgatar aquela pessoa. Não abaixe seus padrões. Apenas siga treinando e orientando-o na direção correta. Garanto que em algumas vezes isso não funcionará. Não se chateie. Seu esforço será sua maior recompensa. Ocasionalmente você conseguirá reverter a situação e você terá feito uma tremenda diferença em sua vida. Nada pode bater esta satisfação.

4) Servi aos outros, não a você mesmo – Jamais diga ou faça alguma coisa que o coloque no centro das atenção. Nunca parabenize um funcionário para ficar se gabando por alguns momentos de como você teria feito. Se você sair sem dizer algo, não diga. Sua glória deve ser sempre refletida, mas nunca direto. Quando seus colaboradores são excelentes, você é excelente. Quando sua equipe é bem sucedida, seu negócio é bem sucedido. Quando você salva um colaborador na corda-bamba e ele se torna inesquecível, lembre-se que o mérito é dele e não seu. Você está apenas fazendo o trabalho que um chefe inesquecível faz. Quando você constantemente age como se você fosse menos importante que seus colaboradores, todos saberão quão importante você é.

5) Lembrar de suas origens – Já viu uma cena onde um caçador de autógrafos é simplesmente ignorado por um atleta famoso? É bem provável que você diga: “Eu jamais faria algo semelhante se fosse ele.”. Na verdade, você faz. Para alguns colaboradores, principalmente os novatos, você é, pelo menos, levemente famoso. É você quem está no comando. Você é o chefe. É justamente por isso que um colaborador que puxa um assunto um tanto quanto insignificante quer, um pouco de atenção sua. Quando isso acontece, você tem uma escolhe. Você pode simplesmente explodir ou pode ver o momento através de sua importância verdadeira. Quanto melhor você classificar o momento, maior será o impacto que você poderá causar. E maior será sua responsabilidade em causar o impacto.

E você? O que falta para se tornar um chefe inesquecível?

Como você quer ser lembrado por seus colaboradores?

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O JOGO DOS 7 ERROS DO PÓS VENDA



1. Presumir que não é necessário entrar em contato com o cliente pós compra. De todos os erros, esse, digamos, é o mais comum. A grande maioria das empresas julga-se como indispensável na vida de seus consumidores; até perceberem, tardiamente, que muitos estão saindo pela porta dos fundos. Caros leitores, em pleno século XXl e ainda há empresas que acham que sabem tudo. Acredita que basta fazer o feijãozinho com arroz, não fazer marola, que tudo dará certo. O Pós Venda é um instrumento poderoso e mal utilizado. Quem imaginaria a Embraer não entrar em contato com seus clientes, após a compra de um de seus produtos? Guardada as devidas proporções, quantas concessionárias de veículos, realizam o Pós Venda, a fim de saber da experiência de compra de seus clientes? Ou mesmo, para saber se está tudo OK. Morrem mais pessoas nas estradas do que acidentes aéreos, certo? Poucas são as empresas que realizam um Pós Venda sério e bem feito.

2. Enviar mala direta e entupir a caixa de correios do cliente com falsas promoções e assuntos vazios. Infelizmente ainda há empresas que se contentam com o basicão. Mala direta parece a panaceia e a cura para todo Pós Venda. Como não é preciso muito exercício intelectual, Control C+ Control V e pronto; basta clicar "enviar". Todos na empresa ficam felizes e com a sensação do dever cumprido. Do outro lado, o pobre do cliente, que sustenta muitos negócios, vive tendo que atualizar seu anti spam e perdendo seu precioso tempo deletando todo o lixo.

3. Telefonar ao cliente desnecessariamente com papo furado. Uma das formas de se realizar Pós Venda, é por telefonar aos clientes. Devido ao crescimento da telefonia móvel, fica cada vez mais fácil à comunicação via celular. No entanto, na hora de telefonar, por falta de treinamento, algumas empresas telefonam para falar "abobrinha" ao cliente. Quando decidir usar o telefone, tenha certeza que terá algo relevante para comunicar. Seja gentil rápido e objetivo.

4. Tratar o cliente de forma genérica. Todos os consumidores apreciam ser tratados de forma exclusiva. Tratamento personalizado é a fórmula do sucesso no atendimento. Enviar e-mails, mala direta ou qualquer outra ação, onde o cliente é reconhecido como apenas "mais um" pode não dar os melhores resultados. Uma dica que recebi recentemente é usar o SMS como forma de realizar um "Pós Venda" exclusiva. De acordo com a fonte, 94% das mensagens enviadas via SMS são lidas. 88% dos brasileiros utilizam SMS.

5. Não interagir com o cliente nas mídias sociais. As mídias sociais são uma realidade e um excelente aplicativo de interatividade com os clientes. Caso o cliente utilize uma conta em uma rede social, tente interagir. Dê sugestões, participe com ideias, faça perguntas inteligentes, fale de sua empresa de forma criativa. Estreite relacionamento. Pode até não dar certo, mas com certeza, não fazer nada, significa desperdiçar uma boa oportunidade.

6. Quando o cliente dá algum feedback negativo, tratá-lo como um cliente "chato". Como sempre aconselhou Dale Carnegie, as reclamações devem ser encaradas como benção; como uma excelente oportunidade de realinhar estratégias. Quando o cliente reclama de alguma coisa, não pense como alguns alienados, que sua empresa não falha. Reconhecer que há falhas, significa que estamos ao lado do consumidor e que há intenção de corrigir às possíveis falhas.

7. Fazer o que todo mundo está fazendo. Não adianta introduzir uma campanha “apenas para constar.” Seguir a manada pode não ser uma boa ideia. Nem sempre a maioria tem razão. Temos dificuldades em abandonar a zona de conforto, o mesmo acontece com as empresas. "Novas ideias" são logo rechaçadas. Acredito que a melhor ideia seja fazer aquilo que a concorrência não esteja realizando. Procurar por algo inovador e eficiente.


Uma vez me perguntaram se o Pós Venda pode ser realizado com toda sua carteira de clientes? Seria necessário uma estrutura gigante e muito recurso financeiro. Assim, recomendo que aplique a regra de "Pareto".(20-80) Comece com os 20% dos clientes que são responsáveis pelos 80% do faturamento de sua empresa.
O Pós Venda é necessário para o estreitamento do relacionamento com os clientes, que gera confiança, que gera venda. Se sua empresa deseja melhorar seus resultados, aí está uma das ferramentas à sua disposição.
Um grande abraço,

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

REFLEXÃO


Insubstituível

 

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.
Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim.
- E Beethoven ?
- Como? - O encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.....
O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? etc...
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.
Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados . . . apenas peças.


Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... . Ninguém ... pois nosso Zaca é insubstituível"

Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!


"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito. ..".
É bom para refletir e se valorizar!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

10 LIÇÕES DO JAPÃO


10 LIÇÕES DO JAPÃO

 

1-      A CALMA: nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.

2-      A DIGNIDADE: filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.

3-      A HABILIDADE: Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.

4-      A SOLIDARIEDADE: As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.

5-      A ORDEM: Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.

6-      O SACRIFICIO: Cinqüenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensado.

7-      O DESPREENDIMENTO E A TERNURA: Os restaurantes  cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicas deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.

8-      O TREINAMENTO: de velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.

9-      A IMPRENSA: Mostrou enorme discrição nos boletins de noticias. Nada de reportagens sensacionalistas. Apenas calmas reportagens dos fatos.

10-   A CONSCIÊNCIA: Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

PLANEJAR OU EXECUTAR



 
Por: Alexandre Freire

“A maioria das estratégias falha porque não é bem executada”, disse Larry Bossidy, ex-presidente da Honeywell. Já a revista Fortune publicou a seguinte frase: “Menos de 10% das estratégias efetivamente formuladas são efetivamente executadas”.

É sobre o elo entre o planejamento e execução que jaz o sucesso de qualquer projeto. Um estudo conduzido pela empresa de consultoria Ernst & Young, Measures That Matter, (Ernst & Young LLP, 1998), revelou os fatores não-financeiros que influenciam a avaliação dos acionistas em relação a seus investimentos em empresas:

1. Execução da estratégia

2. Credibilidade dos executivos

3. Qualidade da estratégia

4. Inovação (novos produtos)

5. Atração de pessoas talentosas

6. Market share

Este estudo mostra claramente a importância da qualidade da gestão no que se refere à execução das estratégias. Porém, independentemente do país, a ênfase dada pelos gestores de empresas tem sido em planejamento. Mas é na execução que os problemas, obstáculos e desafios realmente acontecem. Fazer acontecer é o grande gargalo das empresas, e por que não dizer, dos projetos.

 

Contexto

– Normalmente, falamos em planejamento estratégico, administração estratégica, balanced scorecard , e tudo que possamos utilizar que nos ajude a criar a estratégia certa. A questão é que não basta ter a estratégia certa. A menos que as grandes idéias sejam traduzidas em passos concretos de ação, a estratégia será inútil. Quando olhamos para o ano que passou, e identificamos os maus resultados, as pessoas tendem a culpar a estratégia. Cuidado! O problema pode estar na execução. Para fazer acontecer, significa, antes de tudo, atentar para alguns pontos:

1. Buscar comprometimento interno

2. Ter as pessoas certas nos lugares certos

3. Recompensar quem faz

4. Ter disciplina

5. Buscar comprometimento interno

Para fazer acontecer, o plano estratégico da empresa deve ser elaborado e pertencer àqueles que vão executá-lo, isto é, o pessoal de linha. Afinal, eles estão na ponta, conhecem o ambiente e as habilidades da empresa. Eles estão no centro das operações e do mercado.

Poder x motivação

– Quem já trabalhou com um chefe dotado de personalidade centralizadora sabe o que é se sentir menor, inexpressivo e irrelevante. O chefe gera medo, o líder gera respeito. O poder, caros amigos, não está mais nas mãos dos que centralizam a informação. O poder está nas mãos daqueles que as descentralizam e, acima de tudo, disseminam o conhecimento durante o processo de planejamento e execução. Será que um participante da equipe consegue sentir-se motivado ao mesmo tempo em que se sente secundário no projeto?

Eis uma tarefa importante para o líder consciente: fazer com que a equipe sinta que está trabalhando com ele e não para ele. Isso ajuda a criar um sentimento de importância de si mesmo e de seu trabalho. Isso mantém o moral da equipe em alta. Infelizmente, nas organizações brasileiras, temos poucos exemplos de líderes natos.

Temos mesmo são exemplos de chefes, que ainda perduram em posições de comando porque ou são donos do empreendimento ou ainda não tiveram concorrência à altura. James Hunter, autor do livro O monge e o executivo, diz: “Ao pedirmos às pessoas que lideramos que se tornem o melhor que puderem, que se esforcem no sentido de se aperfeiçoarem sempre, devemos também demonstrar que nós, como líderes, estaremos também empenhados em crescer e nos tornarmos o melhor que pudermos. Isso requer compromisso, paixão, investimento nos liderados e clareza por parte do líder a respeito do que ele pretende conseguir do grupo”.

Um bom processo de planejamento é uma das melhores formas de ensinar seu pessoal sobre com executar, e de comprometê-los com a execução. O papel do líder é indispensável neste momento. Mas cuidado com as reuniões: elas podem se tornar um inimigo do projeto. Estudos revelam que metade de todo o tempo gasto em reuniões é simplesmente improdutivo! Esquecemos de que o tempo é o único insumo empresarial do mundo que não há como recuperar.

Ter as pessoas certas nos lugares certos

– Para fazer acontecer, precisamos de pessoas certas nos lugares certos. O erro principal é cometido quando nos cercamos de pessoas chamadas “gente boa”, aquelas que sempre concordam conosco, pensam exatamente como nós e seguem nosso modelo de agir corretamente.

As pessoas certas são aquelas que desafiam, de maneira positiva, os processos, o modus operandi e são melhores que nós mesmos em determinadas áreas. Os lugares certos serão determinados pela sua capacidade de identificar as competências e atitudes de cada pessoa em relação às necessidades de cada estratégia a ser executada. Achar a personalidade de um candidato em sintonia com a cultura da empresa é a chave para satisfazer clientes, aumentar a produtividade e diminuir a rotatividade. Esta regra funciona na hora da escolha da equipe do projeto.

Conhecimento técnico se adquire com o tempo, mas a atitude vem de berço. Fernando Tigre, ex-presidente da Kaiser, disse uma vez: “Certas vezes, somos chamados a escolher entre nossos valores e poder, dinheiro e outras tentações. Meu conselho: sempre opte pelos valores. Ao longo da vida e da carreira, você é reconhecido por eles. Sirva de exemplo para os seus funcionários”.

Sugiro um novo paradigma para contratação de funcionários ou para formação de equipes de projetos: a busca pela atitude! Enquanto muitas empresas ainda buscam um currículo vistoso, um número crescente de organizações tem priorizado a atitude do candidato. Imagine-se em uma fila de check in de uma empresa aérea… Responda o que realmente conta neste momento:

1) Se a atendente é formada em Harvard? ou

2) Se ela é simpática, atenciosa, eficiente e só falta lhe carregar até a sua poltrona dentro do avião?

Hal Rosenbluth, presidente da agência de viagens Rosenbluth International, disse uma vez: “Não estamos em busca de habilidades técnicas, mas de pessoas simpáticas. Podemos treiná-las para fazer algo técnico, mas não podemos torná-las agradáveis”.

Já a Southwest Airlines, diz: “A contratação começa pela busca de pessoas com boa atitude – é o que procuramos: pessoas que gostem de servir os outros”.

Vejam que em ambas as empresas, com faturamento de bilhões de dólares e referências em alto desempenho, as pessoas são vistas como meios de produção, e não mais como recursos de produção. Um ótimo vendedor não necessariamente se dará bem como gerente de vendas! Toda organização precisa das pessoas certas nos lugares certos. Se a pessoa for adequada ao cargo, ela crescerá e tomará decisões cada vez melhores à medida que apreciar o trabalho e seus resultados.

Assim, você ajuda a criar a cultura da execução. Não é a capacitação técnica em si que garantirá o sucesso da execução do projeto. Não é o inglês fluente sozinho que fará com que a estratégia bem pensada pela gerência saia do papel para a realidade. Nem mesmo as habilidades e competências diferenciadas de um grupo de pessoas serão suficientes para levar a cabo o projeto escolhido pela alta direção da organização. As pessoas certas são aquelas que apresentam atitudes e competências adequadas ao lugar onde elas estarão desempenhando suas atividades. Quanto mais próximos do cliente final as pessoas estiverem, mais importante se torna a questão da atitude.

Basta observar que as reclamações de clientes ou conflitos internos nas empresas acontecem em função de relacionamento, e não necessariamente em razão da incompetência técnica. A execução de um planejamento deve ser simples. Nada de complicar o óbvio! Se seu projeto exige uma pessoa com senso de humor, como no caso de uma campanha de publicidade, para que exigir espanhol fluente da equipe?

Recompensar quem faz

– Em terceiro, temos que recompensar quem faz. Parece óbvio, mas não é. Muitos de nós não distinguimos entre aqueles que atingem resultados dos que não atingem, ou seja, os que fazem acontecer e os que não fazem. Falta firmeza emocional de nossa parte para recompensar somente os primeiros. Mantemos os que são apenas razoáveis, recompensando todos da mesma forma. Assim, não criamos uma cultura de execução. Para gerar uma cultura corporativa empreendedora, com alma executora, almeja-se que funcionários e departamentos se tornem integrados e parceiros, gozando de autonomia e independência para iniciar e conduzir projetos de alto valor agregado. Existem hoje muitas organizações simplesmente iguais, com funcionários iguais, com personalidades, currículos e experiências iguais, gerando idéias e pensamentos iguais, produzindo resultados iguais, em formas iguais, com qualidade e preços iguais. No final, o resultado não poderia ser outra coisa a não ser termos empresas iguais.

Resultado: Com raras exceções, a maioria dos produtos está se tornando commodity. Saber como ganhar dinheiro é uma coisa, mas existe outra igualmente importante: realizar as tarefas, executar o planejado e fazer as coisas acontecerem. Todo líder de projeto ou de uma organização sabe que no mundo dos negócios não existe linha de chegada. Eles sabem que devem apresentar bons resultados dia após dia, de forma incansável, ao longo de sua vida profissional. Alcançar resultados é o que dá energia a uma empresa. Você pode ter todas as prioridades definidas para seu projeto. Mas, como na prática você vai conseguir com que o trabalho seja feito? A menos que você seja um super-homem, uma supermulher ou um grande centralizador, não conseguirá executar todas as tarefas sozinho. Você certamente vai precisar do auxílio de outras pessoas para fazer acontecer e executar todo o trabalho.

Líder de negócios x líder de pessoas

– Seja como presidente, diretor, gerente, como supervisor ou líder de projeto, você precisa ser um líder de negócio – e, acima de tudo, um líder de pessoas. Um líder de negócio sabe o que fazer. Um líder de pessoas vai além: sabe estimular os esforços da equipe, sabe “puxar” e expandir a capacidade delas e alinhar esses esforços para atingir os resultados esperados no planejamento.

A Southwest Airlines, empresa de aviação civil americana, tem uma política clara para contratar as pessoas certas para os lugares certos. A empresa não mantém os funcionários que não se adaptam à sua cultura. Isso é um elemento central, pois, do contrário, eles se transformam num câncer dentro da organização. Se forem contra tudo aquilo em que a organização acredita, apóia e defende, o resultado é que acabarão infectando outros funcionários. E embora seja uma coisa dura de se fazer, o fato é que deixá-lo ir embora é um favor a ele mesmo, pois poderá ir para um lugar onde se sinta mais feliz e adequado.

O Grupo Algar, de Uberlândia, lançou um programa chamado Cultura Comercial. O objetivo é fazer com que todos os executivos fiquem de olho nas oportunidades que porventura apareçam para vender os serviços das 17 empresas do grupo. Outro objetivo do programa é fazer com que os funcionários, independentemente da patente, fiquem de olho em possíveis falhas ou oportunidades de negócios. Mesmo que os serviços, as falhas e/ou oportunidades não estejam dentro de sua área de atuação ou empresa. Aqueles que fazem acontecer, ou seja, prospectam oportunidades ou ficam de olho em falhas que acontecem nos clientes, ganham bônus. Aqueles que ficam à margem do programa, ou seja, não se envolvem ou executam estas atividades ficam sem o bônus.

Enfim, um dado triste, que talvez ajude a explicar porque 9 em 10 companhias falham na implementação da estratégia: mais de 75% das organizações brasileiras não vinculam incentivos e remuneração à estratégia.

Ter disciplina

– Por último, temos que ter disciplina. Disciplina para levar adiante o que foi decidido no plano, ser realista com todos, mesmo que isto doa, terminar aquilo que se iniciou e rediscutir aquilo que possa ter mudado por forças externas ao projeto. Ater-se ao planejado não significa fechar os olhos às mudanças que acontecem no macro-ambiente. Ajustar o plano às alterações políticas, econômicas, tecnológicas e sociais é um pré-requisito para o sucesso da execução.

O que queremos dizer com disciplina é não se dobrar aos obstáculos inerentes a qualquer implementação de projeto ou plano estratégico. A vaidade, as barreiras psicológicas, a zona de conforto e a insegurança são alguns dos vilões que atrapalham a disciplina da execução. A vaidade é o pior inimigo na construção de equipes e resultados. O “eu” normalmente sobrepõe-se ao “nós”. A equipe então “amolece”, fazendo apenas aquilo que lhe cobram, sem esforço extra ou convicção. Ficam letárgicos e parados. As barreiras psicológicas têm relação com a falta de coragem para dizer não, mesmo quando todo mundo ao seu redor deseja ouvir um sim. A zona de conforto é a fusão da vaidade com as barreiras psicológicas. Ou seja, melhor não mudar, pois estava dando certo assim até hoje, e afinal de contas, os custos em termos de relacionamentos com subordinados, pares e direção podem ser altos demais para eu sustentar. A insegurança é o risco que não queremos correr. Enquanto o risco estava no papel, tudo bem. Agora que tenho que me dar com ele na vida real, vacilo. Ajo como se fosse uma avestruz: enfio a cabeça no buraco esperando que o problema passe.

Um presidente de uma empresa, foi, no passado, visto como um destruidor e autocrata. Sua fama era de ser desumano a ponto de demitir 100.000 funcionários e vender parte da empresa. Hoje, este mesmo homem, antes de se aposentar, deixou esta mesma empresa com um saldo positivo de empregos da ordem de 315.000, vendas de 156 bilhões de dólares e multiplicou por 26 o valor de mercado da empresa.

Seu nome: Jack Welch. Provavelmente o melhor executor de projetos do mundo. Enfim, fazer acontecer, é parte da estratégia, não uma função isolada da gestão de projetos. Estratégia é 30% do sucesso. Setenta por cento é execução. Faça a seguinte pergunta a você mesmo: “Na minha empresa, o problema está na estratégia ou na execução?” Pense nisto!