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domingo, 26 de agosto de 2012

Despedida do Presidente da Coca Cola (Curta é Excelente)



O menor discurso de Bryan Dyson..., ex-presidente da Coca Cola... Ele disse ao deixar o cargo de Presidente da Coca Cola: "Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismo com cinco bolas no ar. Estas são: seu Trabalho - sua Família - sua Saúde - seus Amigos - sua Vida Espiritual, e vc terá que mantê-las todas no ar. Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha, se soltá-la ela rebate e volta. Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis como vidros. Se você soltar qualquer uma delas, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma. Deve entender isso: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do mais valioso. Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e deixe o Trabalho no horário. Gaste o tempo requerido à tua Família e aos seus Amigos. Faça exercício, coma e descance adequadamente. E sobretudo... Cresça na sua vida interior, no Espiritual, que é o mais transcedental, porque é eterno. Shakespeare dizia: "Sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque não espero nada de ninguém. Esperar sempre dói. Os problemas não são eternos, sempre tem solução. A vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: Antes de falar...Escute! Antes de escrever... Pense! Antes de criticar... Examine! Antes de ferir... Sente! Antes de orar... Perdoe! Antes de gastar... Ganhe! Antes de render... Tente de novo! VIVA MUITO!"

sábado, 7 de julho de 2012

BOLETIM VENDA MAIS E MAIS - JULHO 2012


BOLETIM VENDA MAIS E MAIS – JULHO 2012



Lealdade



“A lealdade é um dos pilares que sustentam o real valor do homem.” (Texto Judaico).



É com este pensamento que pautamos nossas atitudes. Vai além de ser real, é cultivá-lo com nossos amigos, familiares e clientes.



A gestão baseada na lealdade, que aponta para reter clientes e empregados para melhorar a rentabilidade, é muito mais que a satisfação do cliente. O êxito desta estratégia baseia-se em compreender que os clientes satisfeitos não são necessariamente leais. Percebemos que as empresas com mais êxito são as que cultivam e se preocupam com a lealdade – de clientes, empregados e investidores. O verdadeiro inimigo dos lucros é a rotatividade que se manifesta nos clientes muito sensíveis ao preço, empregados que mudam de trabalho e especuladores que procuram lucro fácil.

A verdadeira missão de uma empresa deve ser criar valor para os três integrantes chave de um sistema de negócios: clientes, empregados e investidores. Cada integrante da trilogia contribui com tempo, dinheiro, energia e conhecimento técnico e, para chegar ao êxito, a empresa deve gerar a mudança, mas, com valor.



O empregado leal aprende com o tempo como atender o cliente e o cliente leal aprende a ascender ao sistema de negócios para facilitar o serviço que recebe. O acionista leal aprende a antecipar os altos e baixos do negócio e não alimenta comportamentos que destroem o valor a longo prazo para assegurar os lucros contabilizáveis a curto prazo. Um negócio com êxito é, na realidade, uma sociedade integra por clientes, empregados e investidores.



Apesar dos três integrantes deverem ser bem atendidos, são os clientes a serem considerados “primeiros entre iguais” porque a lealdade do cliente á algo que se devem ganhar todos os dias e, dos três grupos, é a mais escorregadio: geralmente os clientes têm um mínimo de capital emotivo e financeiro investido na empresa e podem ir para outro lado com um esforço mínimo.



Entendemos que ser leal para com o outro significa dizer que pode confiar em mim, estou ao seu lado. Isso significa que eu não permita que me desvie do caminho certo, nem das minhas convicções interiores, nem daquilo que acredito. Pelo contrário, ser leal para com o outro significa apenas que não brinco com a nossa relação.



Ser leal na empresa em que trabalhamos, com a família e amigos é um dogma que felizmente ainda se preserva na nossa sociedade. Mas a lealdade deve ser também um valor a assegurar nas nossas relações comerciais e sociais.



Boas vendas!



Luiz Augusto



Blog: http://vendamaisemais.blogspot.com

INCÊNDIO LWART EM L.PAULISTA - SP


07/07/2012 10h35 - Atualizado em 07/07/2012 10h45


Explosão provoca vazamento de 15 mil litros de óleo em Lençóis Pta., SP
Acidente aconteceu em empresa de refino que fica na Marechal Rondon.

Cem funcionários trabalhavam no local, mas, ninguém ficou ferido.



Uma explosão em uma empresa de refino de óleo em Lençóis Paulista, SP, provocou o vazamento de aproximadamente 15 mil litros de óleo queimado na Rodovia Marechal Rondon, na noite desta sexta-feira (06), segundo informações do Corpo de Bombeiros.
O acidente aconteceu quando 100 funcionários trabalhavam na fábrica, mas, apesar do susto ninguém ficou ferido. No entanto, quem estava próximo da explosão teve medo. “Começou um ‘fumaceiro’ branco e veio de uma vez, ai veio a explosão, o barulhão e corremos pro barracão,
porque é muito perigoso”, afirma o mecânico Severino José da Silva.


As caldeiras, que são brancas, ficaram manchadas por causa da explosão.


Nesta sábado (07), as caldeiras brancas da refinaria amanheceram negras e o óleo se espalhou por toda parte. No chão da indústria, no mato e até no acostamento da rodovia. Os bombeiros levaram cerca de meia hora para controlar o incêndio.
Em nota, a assessoria de imprensa da empresa informou que esta é a primeira vez que isso acontece, a direção investiga as causas da explosão.
A empresa informou ainda que foi criada uma linha direta com a comunidade para alguém que tiver dúvidas sobre acidente. O telefone (14) 3269-4949.


sábado, 23 de junho de 2012

PRECIFICAÇÃO


CONCEITO DE PRECIFICAÇÃO

Precificação (Pricing ) é a atividade de marketing preocupada com a colocação de preços para novos produtos e o ajuste de preços para produtos existentes.

A preficificação faz parte do composto mercadológico e, do ponto-de-vista do consumidor, é elemento inseparável do produto (bem ou serviço). É através dessa relação que o consumidor pode avaliar a relação custo-benefício ou, em outros termos, sua possibilidade de extrair valor do dinheiro que ele dispende.

ESTRATÉGIA DE PRECIFICAÇÃO



Estratégia de precificação é o elemento de tomada de decisão da empresa preocupado com o estabelecimento de preços que atrairão o mercado-alvo, permitindo assim alcançar os objetivos de lucro.

Na definição de sua estratégia a empresa se defronta com algumas opções que irão orientar sua política, em termos de quais variáveis serão predominantes na sua determinação, a saber: (a) o cliente; (b) os competidores e (c) custos.

1) Opções Estratégicas Centradas no Cliente

Nesse tipo de estratégia, a empresa tem como ponto de partida para determinação de sua política de preços o cliente, ou seja: considera-se primordialmente os aspectos de capacidade da demanda, posição do produto no seu ciclo de vida e características comportamentais do consumidor envolvidas no processo de compra de um produto em particular. A seguir estão listadas algumas das opções freqüentemente usadas.

Precificação de penetração de mercado. Uma abordagem de precificação em que um fabricante estabelece um preço relativamente baixo para um produto na fase introdutória de seu ciclo de vida, com a intenção de construir participação de mercado.

Estratégia de preço alto. Uma abordagem planejada de precificação, apropriada em situações de demanda inelástica, em que uma organização decide manter seus preços altos; as razões para tal estratégia podem incluir: desenvolvimento de um segmento super premium do mercado, abarrotamento na parte inferior do mercado ou o desejo de criar uma imagem de prestígio para o produto. Também denominada Precificação Premium.

Precificação de ordenha do mercado. Uma abordagem de precificação em que o produtor fixa um preço introdutório alto para atrair compradores com um desejo forte pelo produto e também dispõem dos recursos para comprá-los, e então, gradualmente, reduz o preço para atrair as camadas subseqüentes do mercado.

Inclinação da curva de demanda para baixo. Um método de precificação, em que o preço inicial é fixado no nível mais alto possível, e então gradualmente reduzido para atrair ondas sucessivas de compradores, na medida em que a demanda diminui.

Precificação de prestígio. A estratégia de precificação em que os preços são fixados em um nível alto, reconhecendo-se que preços mais baixos inibirão as vendas em vez de encorajá-las, e que os compradores associarão o preço alto para o produto com qualidade superior; também denominada Precificação pela Imagem.

Precificação baseada em valor. Abordagem de precificação em que o preço de venda de um bem ou serviço é baseado na avaliação da companhia do valor mais alto do produto para o consumidor; isto é, em que o consumidor está disposto a pagar por isto.

Precificação por comparação. Um método de precificação, em que o preço para um novo produto é fixado comparando os benefícios que ele oferece, comparado aos de outros produtos da mesma categoria.

Precificação retroativa da demanda. Método precificação em que os preços são fixados pela determinação do que os consumidores estão dispostos a pagar; então os custos são deduzidos. Um método de precificação em que uma estimativa é feita sobre preço que os clientes estão dispostos a pagar por um produto dado; este preço é então comparado ao custo por unidade para ver se vai de encontro aos objetivos de lucro da firma.

Precificação diferencial. A estratégia de precificação em que uma companhia fixa preços diferentes para o mesmo produto com base em diferentes tipos de clientes, época da compra etc.; também chamado Precificação Discriminatória, Precificação Flexível, Precificação Múltipla e Precificação Variável.

Método de tentativa de ajuste de preço. Abordagem de precificação, baseada no comprador, em que o pessoal de vendas, testa as reações dos revendedores ao preço proposto de um produto a chegar, antes que uma decisão final de preço seja feita.

Precificação por produto complementar. A precificação de um produto no nível ótimo (de máxima aceitação pelo mercado), não importando considerações de custo ou lucro, de forma que a demanda por outro produto que é usado com ele possa aumentar e então maximizar os lucros de ambos os produtos juntos.

Preço diferenciado. Precificação de diferentes produtos em uma linha de produtos em vários níveis de preço, dependendo de seus tamanhos e características, para torná-los disponíveis a um leque maior de clientes.



2) Opções Estratégicas Centradas nos Competidores

As estratégias de precificação orientadas para a competição, consistem no conjunto de métodos em que a empresa determina o preço de seus produtos levando em consideração mais os preços de produtos semelhantes praticados por seus competidores (principalmente quando se trata de competidores poderosos) que por considerações de demanda do consumidor ou de custo de produção. A força motriz dessa estratégia de precificação é basicamente a ação da concorrência.

Estratégia de precificação siga-o-líder. Uma estratégia de precificação adotada por firmas que copiam os preços praticados pelo líder de mercado.

Precificação para afastar novos competidores. Prática de precificação bem comum em situações de mercados oligopolísticos, em que as maiores empresas do mercado mantêm preços muito baixos para desencorajar competidores pequenos e deste modo proteger suas próprias participações de mercado.

Precificação indiferenciada. Prática de precificação em que a empresa procura manter preços de mercado semelhantes aos de seus competidores principais, de modo a desencorajar a eclosão de "guerras de preço". Nesse tipo de competição as empresas buscam ganhar participação de mercado através da prestação de serviços ou da criação de outros diferenciais de marketing, que não o preço.

Precificação predatória. A prática de precificação pela qual uma companhia espera inibir ou eliminar a competição cobrando preços mais baixos que os preços normais de seus produtos em determinadas regiões geográficas.

3) Opções Estratégicas Centradas nos Custos

As estratégias de precificação orientadas para custos, consistem no conjunto de métodos em que a empresa determina o preço de seus produtos levando em consideração principalmente os aspectos de custos de produção e distribuição, bem como as expectativas de retorno financeiro.

Precificação baseada em custo total. Estratégia de precificação em que todos os custos variáveis relevantes e a parte total de custos fixos diretamente atribuíveis ao produto são usados para estabelecer seu preço de venda.

Precificação com base no incremento de custos. Abordagem em que o preço de todas as unidades adicionais produzidas, após descontados os custos fixos de produção, é baseado no custo variável ao invés do custo total.

Meta de retorno sobre o investimento. Método de precificação que busca a realização de um retorno sobre o investimento desejado. Nesse método, uma fórmula é usada para calcular o preço a ser estabelecido para o produto, de modo a retornar um lucro desejado ou taxa de retorno sobre o investimento, assumindo que uma quantidade particular do produto seja vendida.

Precificação de custo adicionado (Markup). Um método simples de precificação em que uma quantia ou porcentagem especificada, conhecida como margem padrão, é adicionada ao custo da unidade de produção ou de aquisição de um artigo para determinar seu preço de venda.

Precificação pelo custo médio. Método de precificação em que um markup para lucro é adicionado ao custo médio de produção ou de aquisição.

Precificação baseada na curva de experiência. A precificação de um produto em nível mais baixo que seu custo médio, na crença de que o custo diminuirá na medida em que a experiência de produção aumente.

Maximização de lucro a curto prazo. Objetivo de precificação, em que uma firma visa gerar tanto lucro quanto possível, tão depressa quanto possível; a máxima penetração de mercado e considerações de lucro a longo prazo são ignoradas.



4) Situações Especiais de Precificação

Licitação. Método de precificação em que organizações vendedoras entram em competição por um comprador. Normalmente a oferta vencedora é a de melhor preço. Prática determinada por legislação em vendas governamentais.

Precificação orientada para o controle. Sistema de precificação em que o preço do produto é controlado pelo governo ou por algum outro órgão de regulamentação. Ainda é o caso dos preços de medicamentos ao consumidor no Brasil, onde é estabelecido o Preço Máximo ao Consumidor. Em decorrência dessa política, as margens são calculadas pelo método "markdown" (de cima para baixo) e a competição de preços centra-se nos descontos em relação ao Preço Máximo.



ASPECTOS DE DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA QUE AFETAM A PRECIFICAÇÃO

Para empresas que trabalham em mercados amplos: internacional, nacional ou regional, as considerações sobre custos de distribuição e logística na determinação dos preços, são de importância crucial.

Determinar um preço único, significa penalizar o consumidor próximo e subsidiar o consumidor distante. Determinar o preço de forma centralizada pode significar perder competitividade face a competidores locais em pontos mais remotos. Assim, aspectos como centralização e flexibilidade são considerações obrigatórias para esse tipo de empresa. Abaixo discrimina-se algumas práticas que, muitas vezes, são determinadas pelo próprio tipo de atividade.

Precificação baseada na distribuição. Método usado na precificação, projetado para recuperar ou compensar os custos associados com a remessa de bens para os clientes distantes.

Precificação a partir de um ponto básico. Método de precificação em que são cobrados dos clientes os custos de frete a partir de um ponto básico; o ponto básico pode ser arbitrariamente escolhido, mas a localização da fábrica da companhia ou de sua central de distribuição são comumente usadas.

Precificação de absorção de frete. Método de precificação em que o fabricante absorve parte ou todos os custos de frete envolvidos no transporte dos bens para os clientes. Na verdade, embora o custo da distribuição não esteja explicitado no preço, com certeza ele é pago pelo cliente.

Precificação na entrega. Método de precificação em que o preço final para o comprador é ajustado de modo a incluir os custos de transporte. O vendedor fica com a responsabilidade de providenciar a entrega, mas adiciona o custo ao preço cotado.



ASPECTOS DE PRECIFICAÇÃO LIGADOS AO MARKETING GLOBAL

Abordagem adaptativa de precificação. Abordagem comum no marketing global em que uma organização permite uma afiliada ou subsidiária determinar o preço mais desejável, desde que lucrativo, em sua própria região. Também denominada Abordagem Policênica.

Abordagem geocêntrica da precificação. Abordagem para precificação global em que companhias afiliadas ou subsidiárias fornecem informações sobre as condições de mercado local e a corporação então determina os preços de modo a maximizar os lucros em cada mercado nacional.

Abordagem da extensão de precificação. Abordagem para precificação global em que uma empresa determina um preço único para seus produtos em todo o mundo e espera que os compradores paguem qualquer frete e custos adicionais de importação que se apliquem.


NOMENCLATURA USUAL DA PRECIFICAÇÃO



No comércio internacional existem práticas consolidadas de precificação, normalmente conhecidas pelas suas siglas. A seguir discriminam-se as mais usuais.

CIF - (Cost, Insurance and Freight) Precificação de custo seguro e frete. Uma prática de precificação comum em exportações; o preço cotado para o comprador inclui custo, seguro e frete.

C&F - (Cost and Freight) Precificação de custo e frete. Prática de precificação também usual em exportações; o preço cotado para o comprador inclui o custo e o frete, ficando o seguro por conta do comprador.

FIS - (Free In Store) Precificação até o ponto de destino. Método de precificação em que o produtor é responsável por todo frete e custos de entrega; os bens solicitados são entregues livres de frete para o cliente.

FOB - (Free On Board) Precificação livre a bordo. Método de precificação em que o produtor absorve apenas os custos envolvidos até a entrega dos bens "livre-a bordo", ou seja: até o ponto de despacho de um transportador local. Nesse momento a propriedade dos bens passa para o comprador, que é responsável pelo remanescente dos custos de frete e seguro.

FAS (Free Alongside Ship) Livre no porto. Método de precificação em que o fabricante paga os custos de frete até o porto. Os custos associados com carregamento, transporte e seguro são absorvidos pelo comprador.



ASPECTOS TÁTICOS DA PRECIFICAÇÃO





Na competição diária de mercado um dos elementos mais usados para atrair a atenção do consumidor é exatamente o aspecto do preço. De todos os elementos do composto mercadológico é aquele mais facilmente manipulável. Torna-se então a precificação uma das armas táticas mais usadas pelas empresas, no sentido de criar diferenciais competitivos.

Reduções de preços são dirigidas para: (a) realizar vendas, ou (b) aumentar, manter ou recuperar participação de mercado. Em todos esses casos, deve-se considerar o aspecto da elasticidade preço da demanda. Ou seja: reduções de preços de produtos que não resultem em um aumento mais que proporcional nas vendas, irão certamente corroer as margens de lucro da empresa. Abaixo discrimina-se algumas das práticas mais usuais nas táticas de precificação.

Precificação de líder de perda. Consiste na precificação de um produto abaixo do custo, para atrair compradores para um ponto de varejo, na expectativa de que eles comprarão artigos adicionais a preços normais.

Precificação com ímpares. Método de precificação de forma que todos os preços terminem em um número ímpar, como: $19.99, $9.95. Tem grande efeito psicológico sobre os clientes, desde que os números ímpares se associam com uma noção de "não totalidade", parecendo assim mais baixos que os preços determinados com terminações pares, que parecem maiores.

Precificação "isca". Anunciar um artigo a um preço irrealmente baixo como "isca" para atrair clientes a um ponto de venda.

Precificação de "isca" e troca. Anúncio de um artigo a um preço irrealmente baixo como "isca" para atrair clientes para um ponto de venda e então tentar dirigí-los para artigos de preço mais alto.

Empacotamento. A prática de oferecer dois ou mais produtos diferentes em um pacote único a preço especial.

Precificação por unidades múltiplas. Oferta de um preço mais baixo por unidade pela compra de duas ou mais unidades do mesmo produto, quando compradas conjuntamente.

Precificação promocional. A precificação temporária de bens e serviços em níveis mais baixos que os normais, para facilitar um esforço especial de promoção.

Precificação para evento especial. Redução de preços, em lojas de varejo, em certos períodos do ano (por exemplo: logo após grandes períodos de vendas, como o Natal) com o objetivo de atrair clientes nos períodos de vales que se seguem a esses picos de vendas.







ASPECTOS ÉTICOS DA PRECIFICAÇÃO



Em muitos casos ocorrem as práticas de táticas de precificação em que as empresas se utilizam de artifícios de natureza ética e legal duvidosa no sentido de realizar vendas. Tais táticas se demonstram perigosas ao longo do tempo, pois tendem a colaborar para deteriorar a credibilidade, e conseqüentemente, a imagem da empresa no mercado. A seguir são listadas algumas dessas práticas.

Precificação fictícia. Prática pouco ética, possivelmente ilegal, de anunciar uma redução de preço (por exemplo: de $99,99 por $49,99) quando, de fato, não houve nenhuma redução do mesmo. Muito utilizada em falsas "liqüidações".

Precificação enganosa. A precificação de bens e serviços de modo a levar o cliente a ser enganado. Ocorre quando a quantidade de produtos anunciados àquele preço é tão pequena, que leva a maioria dos consumidores à frustração pela inexistência em estoque, por exemplo.

Preço maquiado. Uma técnica de precificação monopolística em que o vendedor aproveita-se da falta de competição para colocar preços muito altos com relação aos custos dos produtos.

Discriminação de preço. Estratégia de precificação, geralmente ilegal, em que um vendedor cobra preços diferentes, a intermediários de marketing, pelo mesmo produto.

Venda casada. Prática em que uma empresa (normalmente fabricante ou distribuidor) que tem um produto de alta demanda se aproveita desse fato para forçar o comprador (normalmente varejista) a adquirir uma certa quantidade de produtos sem rotação, como condição de realização da venda.

ENTRE VITÓRIAS E DERROTAS




Não tente ser um homem de sucesso; em vez disso, tente ser um homem de valor. Albert Einstein



Você é muito mais do que as suas derrotas e você é muito mais do que o seu sucesso. É muito importante ter isso em mente ao buscar vitórias e ao lidar com derrotas. É ótimo ganhar, realizar e crescer em excelência. E, obviamente, é doloroso perder.



Porém, quando você abandona os seus mais valiosos tesouros a fim de ganhar, a conquista se torna vazia demais. Quando você abre mão da sua integridade, as realizações não terão valor algum; isso porque o valor da realização não é a realização em si mesma. O real valor da realização está na maneira como você expressa aquilo que você é.



Focalize em vencer, porém, lembre-se de que cada realização é uma oportunidade para retirar o melhor de você. Faça isso e, caso você ganhe ou perca a batalha do momento, ainda assim você poderá obter alguma coisa de real e duradouro valor.



Meditação:

Baixem sobre mim as tuas misericórdias, para que eu viva.   Salmos 119:77

ADITIVO DE TITÂNIO


Aditivo de titânio em óleos lubrificantes acaba com danos ao catalisador

Redação do Site Inovação Tecnológica

O titânio é um dos mais versáteis metais que existem, com aplicações que vão desde a fabricação de foguetes e aviões até a construção de músculos artificiais e implantes ósseos.

Agora, cientistas descobriram que um composto de titânio também poderá tornar os lubrificantes para motores de automóveis mais ambientalmente corretos e mais eficientes.

Aditivo para óleos de alto desempenho

O aditivo de titânio, quando adicionado ao óleo lubrificante do motor, forma uma camada em grande escala, resistente ao desgaste, que adere à superfície das partes mais sensíveis do motor, tornando-o um substituto perfeito para os aditivos químicos utilizados até agora, mas que não coexistem bem com os mais modernos equipamentos antipoluição.

Há anos o aditivo antidesgaste mais utilizado nos óleos de alto desempenho para motores têm sido os compostos à base de fósforo, particularmente o ZDDP (Zinc DialkylDithioPhosphate: dialquilditiofosfato de zinco). O ZDDP forma uma película de polifosfato sobre as peças do motor, reduzindo o desgaste.

Aditivo danifica o catalisador

Infelizmente, o fósforo é um elemento químico que é um verdadeiro veneno para os conversores catalíticos dos automóveis, contaminando o catalisador e reduzindo sua eficiência e sua vida útil. Por isto, a indústria vem há anos procurando por alternativas.

Mas substituir o ZDDP não é uma tarefa tão simples, porque um aditivo tem inúmeras funções úteis além de aumentar a resistência ao desgaste. Os modernos óleos lubrificantes são na verdade uma mistura de grande complexidade, contendo 20% ou mais de diversos aditivos especiais para melhorar propriedades como a viscosidade, a estabilidade química e física do óleo, e evitar a formação de sedimentos no interior do motor.

Aditivo de titânio

Agora o titânio se mostrou ser uma alternativa à altura, sugerindo que a indústria de óleos poderá passar a usar menos ZDDP. Utilizando raios X de baixa energia, os pesquisadores descobriram que o titânio liga-se quimicamente à estrutura metálica das peças do motor, formando uma finíssima película de titanato de ferro, um óxido de altíssima dureza que protege essas peças.

Até então os cientistas não sabiam se o aditivo de titânio simplesmente ficava sobre a peça, o que não garantia um rendimento adequado. Agora que conhecem com detalhes o composto químico formado, e que ele fica ligado quimicamente à superfície das peças dos motores, os cientistas passarão a avaliar a influência da substituição do ZDDP pelo aditivo de titânio em diversas proporções.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

INCÊNDIO NA FÁBRICA QUIMICA - CUIABÁ - MT

15/02/2012 12h31 - Atualizado em 15/02/2012 12h41
Tanques explodem durante incêndio em fábrica de reciclagem em Cuiabá
Incêndio atingiu fábrica que recicla óleo lubrificante na capital.
Chamas só foram controladas pelos bombeiros após seis horas



Incêndio começou de madrugada no Distrito Industrial, em Cuiabá (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)
Dois tanques com materiais inflamáveis explodiram na madrugada desta quarta-feira (15) durante um incêndio em uma fábrica no Distrito Industrial, em Cuiabá. Segundo o Corpo de Bombeiros, o sistema de prevenção de incêndio da empresa falhou e o fogo só foi controlado após seis horas.
O incêndio começou durante a madrugada em uma fábrica que recicla óleo lubrificante. "Por ser um produto inflamável e estar acondicionado em tanques, tivemos duas fortes explosões que até colocaram em risco a segurança dos bombeiros", relatou o coronel Abadio José da Cunha.
Foram necessários mais de 50 mil litros de água para o combate às chamas, que destruíram o galpão onde funcionavam as máquinas. "A maior preocupação era que o fogo se alastrasse e atingisse outros tanques. Fizemos o resfriamento dos contêineres", completou o coronel.
Ainda segundo os bombeiros, o sistema de segurança contra incêndios do local não funcionou. "O proprietário alegou que quando começou o incêndio, a parte elétrica foi consumida e com isso o sistema de alarme acabou falhando", explicou.
Após seis horas, a equipe de 28 bombeiros conseguiu apagar as chamas e ninguém ficou ferido. Os dois tanques que explodiram tinham mais de 36 mil litros de óleo armazenados. Equipes da Defesa Civil e da Polícia Civil estiveram no local para fazer a perícia e fiscalização do local.
Bombeiros demoraram seis horas para controlar as chamas (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)