O menor discurso de Bryan Dyson..., ex-presidente da Coca Cola... Ele disse ao deixar o cargo de Presidente da Coca Cola: "Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismo com cinco bolas no ar. Estas são: seu Trabalho - sua Família - sua Saúde - seus Amigos - sua Vida Espiritual, e vc terá que mantê-las todas no ar. Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha, se soltá-la ela rebate e volta. Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis como vidros. Se você soltar qualquer uma delas, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma. Deve entender isso: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do mais valioso. Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e deixe o Trabalho no horário. Gaste o tempo requerido à tua Família e aos seus Amigos. Faça exercício, coma e descance adequadamente. E sobretudo... Cresça na sua vida interior, no Espiritual, que é o mais transcedental, porque é eterno. Shakespeare dizia: "Sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque não espero nada de ninguém. Esperar sempre dói. Os problemas não são eternos, sempre tem solução. A vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: Antes de falar...Escute! Antes de escrever... Pense! Antes de criticar... Examine! Antes de ferir... Sente! Antes de orar... Perdoe! Antes de gastar... Ganhe! Antes de render... Tente de novo! VIVA MUITO!"
Formulário de contato
domingo, 26 de agosto de 2012
Despedida do Presidente da Coca Cola (Curta é Excelente)
O menor discurso de Bryan Dyson..., ex-presidente da Coca Cola... Ele disse ao deixar o cargo de Presidente da Coca Cola: "Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismo com cinco bolas no ar. Estas são: seu Trabalho - sua Família - sua Saúde - seus Amigos - sua Vida Espiritual, e vc terá que mantê-las todas no ar. Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha, se soltá-la ela rebate e volta. Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis como vidros. Se você soltar qualquer uma delas, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma. Deve entender isso: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do mais valioso. Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e deixe o Trabalho no horário. Gaste o tempo requerido à tua Família e aos seus Amigos. Faça exercício, coma e descance adequadamente. E sobretudo... Cresça na sua vida interior, no Espiritual, que é o mais transcedental, porque é eterno. Shakespeare dizia: "Sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque não espero nada de ninguém. Esperar sempre dói. Os problemas não são eternos, sempre tem solução. A vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: Antes de falar...Escute! Antes de escrever... Pense! Antes de criticar... Examine! Antes de ferir... Sente! Antes de orar... Perdoe! Antes de gastar... Ganhe! Antes de render... Tente de novo! VIVA MUITO!"
sábado, 7 de julho de 2012
BOLETIM VENDA MAIS E MAIS - JULHO 2012
BOLETIM VENDA MAIS E MAIS – JULHO 2012
Lealdade
“A lealdade é um dos pilares que
sustentam o real valor do homem.” (Texto Judaico).
É com este pensamento que
pautamos nossas atitudes. Vai além de ser real, é cultivá-lo com nossos amigos,
familiares e clientes.
A gestão baseada na lealdade, que
aponta para reter clientes e empregados para melhorar a rentabilidade, é muito
mais que a satisfação do cliente. O êxito desta estratégia baseia-se em
compreender que os clientes satisfeitos não são necessariamente leais.
Percebemos que as empresas com mais êxito são as que cultivam e se preocupam
com a lealdade – de clientes, empregados e investidores. O verdadeiro inimigo
dos lucros é a rotatividade que se manifesta nos clientes muito sensíveis ao
preço, empregados que mudam de trabalho e especuladores que procuram lucro
fácil.
A verdadeira missão de uma
empresa deve ser criar valor para os três integrantes chave de um sistema de
negócios: clientes, empregados e investidores. Cada integrante da trilogia
contribui com tempo, dinheiro, energia e conhecimento técnico e, para chegar ao
êxito, a empresa deve gerar a mudança, mas, com valor.
O empregado leal aprende com o
tempo como atender o cliente e o cliente leal aprende a ascender ao sistema de
negócios para facilitar o serviço que recebe. O acionista leal aprende a
antecipar os altos e baixos do negócio e não alimenta comportamentos que
destroem o valor a longo prazo para assegurar os lucros contabilizáveis a curto
prazo. Um negócio com êxito é, na realidade, uma sociedade integra por
clientes, empregados e investidores.
Apesar dos três integrantes
deverem ser bem atendidos, são os clientes a serem considerados “primeiros
entre iguais” porque a lealdade do cliente á algo que se devem ganhar todos os
dias e, dos três grupos, é a mais escorregadio: geralmente os clientes têm um
mínimo de capital emotivo e financeiro investido na empresa e podem ir para
outro lado com um esforço mínimo.
Entendemos que ser leal para com
o outro significa dizer que pode confiar em mim, estou ao seu lado. Isso
significa que eu não permita que me desvie do caminho certo, nem das minhas
convicções interiores, nem daquilo que acredito. Pelo contrário, ser leal para
com o outro significa apenas que não brinco com a nossa relação.
Ser leal na empresa em que
trabalhamos, com a família e amigos é um dogma que felizmente ainda se preserva
na nossa sociedade. Mas a lealdade deve ser também um valor a assegurar nas
nossas relações comerciais e sociais.
Boas vendas!
Luiz
Augusto
Blog:
http://vendamaisemais.blogspot.com
INCÊNDIO LWART EM L.PAULISTA - SP
07/07/2012 10h35 - Atualizado em 07/07/2012 10h45
Explosão provoca vazamento de 15 mil litros de óleo em Lençóis Pta., SP
Acidente aconteceu em empresa de refino que fica na Marechal Rondon.
Cem funcionários trabalhavam no local, mas, ninguém ficou ferido.
Uma explosão em uma empresa de refino de óleo em Lençóis Paulista, SP, provocou o vazamento de aproximadamente 15 mil litros de óleo queimado na Rodovia Marechal Rondon, na noite desta sexta-feira (06), segundo informações do Corpo de Bombeiros.
O acidente aconteceu quando 100 funcionários trabalhavam na fábrica, mas, apesar do susto ninguém ficou ferido. No entanto, quem estava próximo da explosão teve medo. “Começou um ‘fumaceiro’ branco e veio de uma vez, ai veio a explosão, o barulhão e corremos pro barracão,
porque é muito perigoso”, afirma o mecânico Severino José da Silva.
As caldeiras, que são brancas, ficaram manchadas por causa da explosão.
Nesta sábado (07), as caldeiras brancas da refinaria amanheceram negras e o óleo se espalhou por toda parte. No chão da indústria, no mato e até no acostamento da rodovia. Os bombeiros levaram cerca de meia hora para controlar o incêndio.
Em nota, a assessoria de imprensa da empresa informou que esta é a primeira vez que isso acontece, a direção investiga as causas da explosão.
A empresa informou ainda que foi criada uma linha direta com a comunidade para alguém que tiver dúvidas sobre acidente. O telefone (14) 3269-4949.
sábado, 23 de junho de 2012
PRECIFICAÇÃO
CONCEITO DE PRECIFICAÇÃO
Precificação (Pricing ) é a
atividade de marketing preocupada com a colocação de preços para novos produtos
e o ajuste de preços para produtos existentes.
A preficificação faz parte do
composto mercadológico e, do ponto-de-vista do consumidor, é elemento
inseparável do produto (bem ou serviço). É através dessa relação que o
consumidor pode avaliar a relação custo-benefício ou, em outros termos, sua
possibilidade de extrair valor do dinheiro que ele dispende.
ESTRATÉGIA DE PRECIFICAÇÃO
Estratégia de precificação é o
elemento de tomada de decisão da empresa preocupado com o estabelecimento de
preços que atrairão o mercado-alvo, permitindo assim alcançar os objetivos de
lucro.
Na definição de sua estratégia a
empresa se defronta com algumas opções que irão orientar sua política, em
termos de quais variáveis serão predominantes na sua determinação, a saber: (a)
o cliente; (b) os competidores e (c) custos.
1) Opções Estratégicas Centradas
no Cliente
Nesse tipo de estratégia, a
empresa tem como ponto de partida para determinação de sua política de preços o
cliente, ou seja: considera-se primordialmente os aspectos de capacidade da
demanda, posição do produto no seu ciclo de vida e características
comportamentais do consumidor envolvidas no processo de compra de um produto em
particular. A seguir estão listadas algumas das opções freqüentemente usadas.
Precificação de penetração de
mercado. Uma abordagem de precificação em que um fabricante estabelece um preço
relativamente baixo para um produto na fase introdutória de seu ciclo de vida,
com a intenção de construir participação de mercado.
Estratégia de preço alto. Uma
abordagem planejada de precificação, apropriada em situações de demanda
inelástica, em que uma organização decide manter seus preços altos; as razões
para tal estratégia podem incluir: desenvolvimento de um segmento super premium
do mercado, abarrotamento na parte inferior do mercado ou o desejo de criar uma
imagem de prestígio para o produto. Também denominada Precificação Premium.
Precificação de ordenha do
mercado. Uma abordagem de precificação em que o produtor fixa um preço
introdutório alto para atrair compradores com um desejo forte pelo produto e
também dispõem dos recursos para comprá-los, e então, gradualmente, reduz o
preço para atrair as camadas subseqüentes do mercado.
Inclinação da curva de demanda
para baixo. Um método de precificação, em que o preço inicial é fixado no nível
mais alto possível, e então gradualmente reduzido para atrair ondas sucessivas
de compradores, na medida em que a demanda diminui.
Precificação de prestígio. A
estratégia de precificação em que os preços são fixados em um nível alto,
reconhecendo-se que preços mais baixos inibirão as vendas em vez de
encorajá-las, e que os compradores associarão o preço alto para o produto com
qualidade superior; também denominada Precificação pela Imagem.
Precificação baseada em valor.
Abordagem de precificação em que o preço de venda de um bem ou serviço é
baseado na avaliação da companhia do valor mais alto do produto para o
consumidor; isto é, em que o consumidor está disposto a pagar por isto.
Precificação por comparação. Um
método de precificação, em que o preço para um novo produto é fixado comparando
os benefícios que ele oferece, comparado aos de outros produtos da mesma
categoria.
Precificação retroativa da
demanda. Método precificação em que os preços são fixados pela determinação do
que os consumidores estão dispostos a pagar; então os custos são deduzidos. Um
método de precificação em que uma estimativa é feita sobre preço que os
clientes estão dispostos a pagar por um produto dado; este preço é então
comparado ao custo por unidade para ver se vai de encontro aos objetivos de
lucro da firma.
Precificação diferencial. A
estratégia de precificação em que uma companhia fixa preços diferentes para o
mesmo produto com base em diferentes tipos de clientes, época da compra etc.;
também chamado Precificação Discriminatória, Precificação Flexível,
Precificação Múltipla e Precificação Variável.
Método de tentativa de ajuste de
preço. Abordagem de precificação, baseada no comprador, em que o pessoal de
vendas, testa as reações dos revendedores ao preço proposto de um produto a
chegar, antes que uma decisão final de preço seja feita.
Precificação por produto
complementar. A precificação de um produto no nível ótimo (de máxima aceitação
pelo mercado), não importando considerações de custo ou lucro, de forma que a
demanda por outro produto que é usado com ele possa aumentar e então maximizar
os lucros de ambos os produtos juntos.
Preço diferenciado. Precificação
de diferentes produtos em uma linha de produtos em vários níveis de preço,
dependendo de seus tamanhos e características, para torná-los disponíveis a um
leque maior de clientes.
2) Opções Estratégicas Centradas
nos Competidores
As estratégias de precificação
orientadas para a competição, consistem no conjunto de métodos em que a empresa
determina o preço de seus produtos levando em consideração mais os preços de
produtos semelhantes praticados por seus competidores (principalmente quando se
trata de competidores poderosos) que por considerações de demanda do consumidor
ou de custo de produção. A força motriz dessa estratégia de precificação é
basicamente a ação da concorrência.
Estratégia de precificação
siga-o-líder. Uma estratégia de precificação adotada por firmas que copiam os
preços praticados pelo líder de mercado.
Precificação para afastar novos
competidores. Prática de precificação bem comum em situações de mercados
oligopolísticos, em que as maiores empresas do mercado mantêm preços muito
baixos para desencorajar competidores pequenos e deste modo proteger suas
próprias participações de mercado.
Precificação indiferenciada.
Prática de precificação em que a empresa procura manter preços de mercado
semelhantes aos de seus competidores principais, de modo a desencorajar a
eclosão de "guerras de preço". Nesse tipo de competição as empresas
buscam ganhar participação de mercado através da prestação de serviços ou da
criação de outros diferenciais de marketing, que não o preço.
Precificação predatória. A
prática de precificação pela qual uma companhia espera inibir ou eliminar a
competição cobrando preços mais baixos que os preços normais de seus produtos
em determinadas regiões geográficas.
3) Opções Estratégicas Centradas
nos Custos
As estratégias de precificação
orientadas para custos, consistem no conjunto de métodos em que a empresa
determina o preço de seus produtos levando em consideração principalmente os
aspectos de custos de produção e distribuição, bem como as expectativas de
retorno financeiro.
Precificação baseada em custo
total. Estratégia de precificação em que todos os custos variáveis relevantes e
a parte total de custos fixos diretamente atribuíveis ao produto são usados
para estabelecer seu preço de venda.
Precificação com base no
incremento de custos. Abordagem em que o preço de todas as unidades adicionais
produzidas, após descontados os custos fixos de produção, é baseado no custo
variável ao invés do custo total.
Meta de retorno sobre o
investimento. Método de precificação que busca a realização de um retorno sobre
o investimento desejado. Nesse método, uma fórmula é usada para calcular o
preço a ser estabelecido para o produto, de modo a retornar um lucro desejado
ou taxa de retorno sobre o investimento, assumindo que uma quantidade
particular do produto seja vendida.
Precificação de custo adicionado
(Markup). Um método simples de precificação em que uma quantia ou porcentagem
especificada, conhecida como margem padrão, é adicionada ao custo da unidade de
produção ou de aquisição de um artigo para determinar seu preço de venda.
Precificação pelo custo médio.
Método de precificação em que um markup para lucro é adicionado ao custo médio
de produção ou de aquisição.
Precificação baseada na curva de
experiência. A precificação de um produto em nível mais baixo que seu custo
médio, na crença de que o custo diminuirá na medida em que a experiência de
produção aumente.
Maximização de lucro a curto
prazo. Objetivo de precificação, em que uma firma visa gerar tanto lucro quanto
possível, tão depressa quanto possível; a máxima penetração de mercado e
considerações de lucro a longo prazo são ignoradas.
4) Situações Especiais de
Precificação
Licitação. Método de precificação
em que organizações vendedoras entram em competição por um comprador.
Normalmente a oferta vencedora é a de melhor preço. Prática determinada por
legislação em vendas governamentais.
Precificação orientada para o
controle. Sistema de precificação em que o preço do produto é controlado pelo
governo ou por algum outro órgão de regulamentação. Ainda é o caso dos preços
de medicamentos ao consumidor no Brasil, onde é estabelecido o Preço Máximo ao
Consumidor. Em decorrência dessa política, as margens são calculadas pelo
método "markdown" (de cima para baixo) e a competição de preços
centra-se nos descontos em relação ao Preço Máximo.
ASPECTOS DE DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA QUE AFETAM A PRECIFICAÇÃO
Para empresas que trabalham em
mercados amplos: internacional, nacional ou regional, as considerações sobre
custos de distribuição e logística na determinação dos preços, são de
importância crucial.
Determinar um preço único,
significa penalizar o consumidor próximo e subsidiar o consumidor distante.
Determinar o preço de forma centralizada pode significar perder competitividade
face a competidores locais em pontos mais remotos. Assim, aspectos como
centralização e flexibilidade são considerações obrigatórias para esse tipo de
empresa. Abaixo discrimina-se algumas práticas que, muitas vezes, são
determinadas pelo próprio tipo de atividade.
Precificação baseada na
distribuição. Método usado na precificação, projetado para recuperar ou
compensar os custos associados com a remessa de bens para os clientes
distantes.
Precificação a partir de um ponto
básico. Método de precificação em que são cobrados dos clientes os custos de
frete a partir de um ponto básico; o ponto básico pode ser arbitrariamente
escolhido, mas a localização da fábrica da companhia ou de sua central de
distribuição são comumente usadas.
Precificação de absorção de
frete. Método de precificação em que o fabricante absorve parte ou todos os
custos de frete envolvidos no transporte dos bens para os clientes. Na verdade,
embora o custo da distribuição não esteja explicitado no preço, com certeza ele
é pago pelo cliente.
Precificação na entrega. Método
de precificação em que o preço final para o comprador é ajustado de modo a
incluir os custos de transporte. O vendedor fica com a responsabilidade de
providenciar a entrega, mas adiciona o custo ao preço cotado.
ASPECTOS DE PRECIFICAÇÃO LIGADOS AO MARKETING GLOBAL
Abordagem adaptativa de
precificação. Abordagem comum no marketing global em que uma organização
permite uma afiliada ou subsidiária determinar o preço mais desejável, desde
que lucrativo, em sua própria região. Também denominada Abordagem Policênica.
Abordagem geocêntrica da
precificação. Abordagem para precificação global em que companhias afiliadas ou
subsidiárias fornecem informações sobre as condições de mercado local e a
corporação então determina os preços de modo a maximizar os lucros em cada
mercado nacional.
Abordagem da extensão de
precificação. Abordagem para precificação global em que uma empresa determina
um preço único para seus produtos em todo o mundo e espera que os compradores
paguem qualquer frete e custos adicionais de importação que se apliquem.
NOMENCLATURA USUAL DA PRECIFICAÇÃO
No comércio internacional existem
práticas consolidadas de precificação, normalmente conhecidas pelas suas
siglas. A seguir discriminam-se as mais usuais.
CIF - (Cost, Insurance and
Freight) Precificação de custo seguro e frete. Uma prática de precificação
comum em exportações; o preço cotado para o comprador inclui custo, seguro e
frete.
C&F - (Cost and Freight)
Precificação de custo e frete. Prática de precificação também usual em
exportações; o preço cotado para o comprador inclui o custo e o frete, ficando
o seguro por conta do comprador.
FIS - (Free In Store)
Precificação até o ponto de destino. Método de precificação em que o produtor é
responsável por todo frete e custos de entrega; os bens solicitados são
entregues livres de frete para o cliente.
FOB - (Free On Board)
Precificação livre a bordo. Método de precificação em que o produtor absorve
apenas os custos envolvidos até a entrega dos bens "livre-a bordo",
ou seja: até o ponto de despacho de um transportador local. Nesse momento a
propriedade dos bens passa para o comprador, que é responsável pelo
remanescente dos custos de frete e seguro.
FAS (Free Alongside Ship) Livre
no porto. Método de precificação em que o fabricante paga os custos de frete
até o porto. Os custos associados com carregamento, transporte e seguro são
absorvidos pelo comprador.
ASPECTOS TÁTICOS DA PRECIFICAÇÃO
Na competição diária de mercado
um dos elementos mais usados para atrair a atenção do consumidor é exatamente o
aspecto do preço. De todos os elementos do composto mercadológico é aquele mais
facilmente manipulável. Torna-se então a precificação uma das armas táticas
mais usadas pelas empresas, no sentido de criar diferenciais competitivos.
Reduções de preços são dirigidas
para: (a) realizar vendas, ou (b) aumentar, manter ou recuperar participação de
mercado. Em todos esses casos, deve-se considerar o aspecto da elasticidade
preço da demanda. Ou seja: reduções de preços de produtos que não resultem em
um aumento mais que proporcional nas vendas, irão certamente corroer as margens
de lucro da empresa. Abaixo discrimina-se algumas das práticas mais usuais nas
táticas de precificação.
Precificação de líder de perda.
Consiste na precificação de um produto abaixo do custo, para atrair compradores
para um ponto de varejo, na expectativa de que eles comprarão artigos
adicionais a preços normais.
Precificação com ímpares. Método
de precificação de forma que todos os preços terminem em um número ímpar, como:
$19.99, $9.95. Tem grande efeito psicológico sobre os clientes, desde que os
números ímpares se associam com uma noção de "não totalidade",
parecendo assim mais baixos que os preços determinados com terminações pares,
que parecem maiores.
Precificação "isca".
Anunciar um artigo a um preço irrealmente baixo como "isca" para
atrair clientes a um ponto de venda.
Precificação de "isca"
e troca. Anúncio de um artigo a um preço irrealmente baixo como
"isca" para atrair clientes para um ponto de venda e então tentar
dirigí-los para artigos de preço mais alto.
Empacotamento. A prática de
oferecer dois ou mais produtos diferentes em um pacote único a preço especial.
Precificação por unidades
múltiplas. Oferta de um preço mais baixo por unidade pela compra de duas ou
mais unidades do mesmo produto, quando compradas conjuntamente.
Precificação promocional. A
precificação temporária de bens e serviços em níveis mais baixos que os
normais, para facilitar um esforço especial de promoção.
Precificação para evento
especial. Redução de preços, em lojas de varejo, em certos períodos do ano (por
exemplo: logo após grandes períodos de vendas, como o Natal) com o objetivo de
atrair clientes nos períodos de vales que se seguem a esses picos de vendas.
ASPECTOS ÉTICOS DA
PRECIFICAÇÃO
Em muitos casos ocorrem as
práticas de táticas de precificação em que as empresas se utilizam de
artifícios de natureza ética e legal duvidosa no sentido de realizar vendas.
Tais táticas se demonstram perigosas ao longo do tempo, pois tendem a colaborar
para deteriorar a credibilidade, e conseqüentemente, a imagem da empresa no
mercado. A seguir são listadas algumas dessas práticas.
Precificação fictícia. Prática
pouco ética, possivelmente ilegal, de anunciar uma redução de preço (por
exemplo: de $99,99 por $49,99) quando, de fato, não houve nenhuma redução do
mesmo. Muito utilizada em falsas "liqüidações".
Precificação enganosa. A
precificação de bens e serviços de modo a levar o cliente a ser enganado.
Ocorre quando a quantidade de produtos anunciados àquele preço é tão pequena,
que leva a maioria dos consumidores à frustração pela inexistência em estoque,
por exemplo.
Preço maquiado. Uma técnica de
precificação monopolística em que o vendedor aproveita-se da falta de
competição para colocar preços muito altos com relação aos custos dos produtos.
Discriminação de preço.
Estratégia de precificação, geralmente ilegal, em que um vendedor cobra preços
diferentes, a intermediários de marketing, pelo mesmo produto.
Venda casada. Prática em que uma
empresa (normalmente fabricante ou distribuidor) que tem um produto de alta
demanda se aproveita desse fato para forçar o comprador (normalmente varejista)
a adquirir uma certa quantidade de produtos sem rotação, como condição de
realização da venda.
ENTRE VITÓRIAS E DERROTAS
Não tente ser um homem de sucesso; em vez disso, tente ser um homem de
valor. Albert Einstein
Você é muito mais do que as suas derrotas e você é muito mais do que o
seu sucesso. É muito importante ter isso em mente ao buscar vitórias e ao lidar
com derrotas. É ótimo ganhar, realizar e crescer em excelência. E, obviamente,
é doloroso perder.
Porém, quando você abandona os seus mais valiosos tesouros a fim de
ganhar, a conquista se torna vazia demais. Quando você abre mão da sua
integridade, as realizações não terão valor algum; isso porque o valor da
realização não é a realização em si mesma. O real valor da realização está na
maneira como você expressa aquilo que você é.
Focalize em vencer, porém, lembre-se de que cada realização é uma
oportunidade para retirar o melhor de você. Faça isso e, caso você ganhe ou
perca a batalha do momento, ainda assim você poderá obter alguma coisa de real
e duradouro valor.
Meditação:
Baixem sobre mim as tuas misericórdias, para que eu viva. Salmos 119:77
ADITIVO DE TITÂNIO
Aditivo de titânio em óleos lubrificantes acaba com danos ao
catalisador
Redação do Site Inovação
Tecnológica
O titânio é um dos mais versáteis
metais que existem, com aplicações que vão desde a fabricação de foguetes e
aviões até a construção de músculos artificiais e implantes ósseos.
Agora, cientistas descobriram que
um composto de titânio também poderá tornar os lubrificantes para motores de
automóveis mais ambientalmente corretos e mais eficientes.
Aditivo para óleos de alto
desempenho
O aditivo de titânio, quando
adicionado ao óleo lubrificante do motor, forma uma camada em grande escala,
resistente ao desgaste, que adere à superfície das partes mais sensíveis do
motor, tornando-o um substituto perfeito para os aditivos químicos utilizados
até agora, mas que não coexistem bem com os mais modernos equipamentos
antipoluição.
Há anos o aditivo antidesgaste
mais utilizado nos óleos de alto desempenho para motores têm sido os compostos
à base de fósforo, particularmente o ZDDP (Zinc DialkylDithioPhosphate: dialquilditiofosfato
de zinco). O ZDDP forma uma película de polifosfato sobre as peças do motor,
reduzindo o desgaste.
Aditivo danifica o catalisador
Infelizmente, o fósforo é um
elemento químico que é um verdadeiro veneno para os conversores catalíticos dos
automóveis, contaminando o catalisador e reduzindo sua eficiência e sua vida
útil. Por isto, a indústria vem há anos procurando por alternativas.
Mas substituir o ZDDP não é uma
tarefa tão simples, porque um aditivo tem inúmeras funções úteis além de aumentar
a resistência ao desgaste. Os modernos óleos lubrificantes são na verdade uma
mistura de grande complexidade, contendo 20% ou mais de diversos aditivos
especiais para melhorar propriedades como a viscosidade, a estabilidade química
e física do óleo, e evitar a formação de sedimentos no interior do motor.
Aditivo de titânio
Agora o titânio se mostrou ser
uma alternativa à altura, sugerindo que a indústria de óleos poderá passar a
usar menos ZDDP. Utilizando raios X de baixa energia, os pesquisadores descobriram
que o titânio liga-se quimicamente à estrutura metálica das peças do motor,
formando uma finíssima película de titanato de ferro, um óxido de altíssima
dureza que protege essas peças.
Até então os cientistas não
sabiam se o aditivo de titânio simplesmente ficava sobre a peça, o que não
garantia um rendimento adequado. Agora que conhecem com detalhes o composto
químico formado, e que ele fica ligado quimicamente à superfície das peças dos
motores, os cientistas passarão a avaliar a influência da substituição do ZDDP
pelo aditivo de titânio em diversas proporções.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
INCÊNDIO NA FÁBRICA QUIMICA - CUIABÁ - MT
15/02/2012 12h31 - Atualizado em 15/02/2012 12h41
Tanques explodem durante incêndio em fábrica de reciclagem em Cuiabá
Incêndio atingiu fábrica que recicla óleo lubrificante na capital.
Chamas só foram controladas pelos bombeiros após seis horas
Incêndio começou de madrugada no Distrito Industrial, em Cuiabá (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)
Dois tanques com materiais inflamáveis explodiram na madrugada desta quarta-feira (15) durante um incêndio em uma fábrica no Distrito Industrial, em Cuiabá. Segundo o Corpo de Bombeiros, o sistema de prevenção de incêndio da empresa falhou e o fogo só foi controlado após seis horas.
O incêndio começou durante a madrugada em uma fábrica que recicla óleo lubrificante. "Por ser um produto inflamável e estar acondicionado em tanques, tivemos duas fortes explosões que até colocaram em risco a segurança dos bombeiros", relatou o coronel Abadio José da Cunha.
Foram necessários mais de 50 mil litros de água para o combate às chamas, que destruíram o galpão onde funcionavam as máquinas. "A maior preocupação era que o fogo se alastrasse e atingisse outros tanques. Fizemos o resfriamento dos contêineres", completou o coronel.
Ainda segundo os bombeiros, o sistema de segurança contra incêndios do local não funcionou. "O proprietário alegou que quando começou o incêndio, a parte elétrica foi consumida e com isso o sistema de alarme acabou falhando", explicou.
Após seis horas, a equipe de 28 bombeiros conseguiu apagar as chamas e ninguém ficou ferido. Os dois tanques que explodiram tinham mais de 36 mil litros de óleo armazenados. Equipes da Defesa Civil e da Polícia Civil estiveram no local para fazer a perícia e fiscalização do local.
Bombeiros demoraram seis horas para controlar as chamas (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)
Tanques explodem durante incêndio em fábrica de reciclagem em Cuiabá
Incêndio atingiu fábrica que recicla óleo lubrificante na capital.
Chamas só foram controladas pelos bombeiros após seis horas
Incêndio começou de madrugada no Distrito Industrial, em Cuiabá (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)
Dois tanques com materiais inflamáveis explodiram na madrugada desta quarta-feira (15) durante um incêndio em uma fábrica no Distrito Industrial, em Cuiabá. Segundo o Corpo de Bombeiros, o sistema de prevenção de incêndio da empresa falhou e o fogo só foi controlado após seis horas.
O incêndio começou durante a madrugada em uma fábrica que recicla óleo lubrificante. "Por ser um produto inflamável e estar acondicionado em tanques, tivemos duas fortes explosões que até colocaram em risco a segurança dos bombeiros", relatou o coronel Abadio José da Cunha.
Foram necessários mais de 50 mil litros de água para o combate às chamas, que destruíram o galpão onde funcionavam as máquinas. "A maior preocupação era que o fogo se alastrasse e atingisse outros tanques. Fizemos o resfriamento dos contêineres", completou o coronel.
Ainda segundo os bombeiros, o sistema de segurança contra incêndios do local não funcionou. "O proprietário alegou que quando começou o incêndio, a parte elétrica foi consumida e com isso o sistema de alarme acabou falhando", explicou.
Após seis horas, a equipe de 28 bombeiros conseguiu apagar as chamas e ninguém ficou ferido. Os dois tanques que explodiram tinham mais de 36 mil litros de óleo armazenados. Equipes da Defesa Civil e da Polícia Civil estiveram no local para fazer a perícia e fiscalização do local.
Bombeiros demoraram seis horas para controlar as chamas (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)
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